O que estamos vendo é um processo de impedimento no Congresso Nacional.
As rádios dizem sobre a defesa do governo, em palavras da presidenta: não há justificativa para o processo do impedimento. E ainda, o processo de impedimento deixaria cicatrizes na democracia.
Vejo o PMDB administrando o ônus de um eventual impedimento da chapa.
O nosso capitalismo está sendo questionado. Quando lidam com a questão de caixa dois de empresas públicas e particulares com a proibição de doações de empresas aos caixas 1 de campanha, ou seja, aquelas doações que são lícitas mas de interesses lógicos duvidosos… a triangulação suspeita se dá quando há ligações entre doadores de campanha correspondentes a receptores de empréstimos pelo BNDES. Por exemplo. Quando 5% das empresas doam, seria de se esperar que o BNDES suportasse empréstimos a bem mais que 5% de empresas. E talvez essa seja a razão política das investigações… fizeram pacotes de benefícios fiscais seletivos no primeiro governo Dilma. Insustentável. Como traçar medidas equanimes de aumento de eficiencia produtiva? 93% das pessoas que votam em parlamentares tem 34 anos ou mais. E vemos jovens nas ruas protestando. Não vemos políticos em campanhas de arrecadação. Está tudo dentro… está tudo por dentro. A quem importa a luz, a verdade e seu espírito libertador? Não nos preparamos para ser uma nação que cria riquezas. Não levamos em conta que os pobres aceitam os serviços dos pobres. Há toda uma idealização de acenção social pelo caminho do menor sofrimento. Oras, será que não tem gente que quer trabalhar com terra, com esgoto, com lixo, com pedra, com madeira, com massa, com animais? Os estudos estão numa linha de acumulo de conhecimento, sem a fruição da sabedoria, tão necessária aos países quentes. Quem trabalha com esgoto? E quanta enchente nós temos? O que é isso? Excesso de livros nos ralos? Piada.
Estou esgotado.
O que chamam de democracia é democracia e democracia direta. Nossa queridinha democracia está resguardada. Se o avanço de uma democracia mais participativa e ramificada seria menos ofertada num governo não petista, é outro assunto. As ranhuras num partido - e não num político - impedidos de governar; é grande. E o PMDB já estuda sair da linha de aliado das soluções de campanha para vítima de um processo de força eleitoral desconhecido que se revela aos poucos. Os partidos entram em declínio. O próprio PMDB, o PTB, o PSD antigo (ou seria PDS?), o PFL. E surge espaço para as renovações.
Não basta a excelência do PT em extratificar o melhor de cada partido e aceitar representa-los no exercício da governança. Há a questão ética, há a questão de oferecer soluções que nos coloquem num rumo próprio. O plano Real secou. Veio mais nada. Ministros incapazes de imprimir uma agenda de conciliação federativa. De traduzirem um esforço nacional por mais recursos aos estados e municipios. Dado os excesos de recursos encontrados em pastas ministeriais a espera de projetos que não vem. Porque os projetos estão nas necessidades dos estados e municípios. Enquanto isso, os gastos aumentam e a máquina entra em processo recessivo. Sobra dinheiro, falta atividade capital.
E o governo insiste em ajuste fiscal. Quando precisamos de ajuste político.
Partidos políticos mais fortes. Recursos mais repartidos entre estados e municipios. Oras, 70% da arrecadação ficam com a União nacional. Como vamos diminuir a quantidade de moradores de rua em São Paulo assim? Com os juros no cheque especial e no cartão de crédito tão altos?
Não estamos atentos ao essencial. Tem gente magra, mal vestida, suja ou não, nossas igrejas estão muitas delas precisando de reparos no forro e mal sabemos gozar do bem de nossas profissões muitas vezes. E não somos nós que vamos resolver isso.
Estou muito triste com o que está havendo com o país. E querendo ver um rumo próprio, porque esse é o único destino de nosso ímpar e querido país. Não aceitamos um idioma de um País pequeno a toa. É porque nossa necessidade de soluções próprias é tão grande quanto as particularidades de nosso idioma, frente aos idiomas das demais nações do mundo.
Nossas madeiras, pedras, terras, nossas montanhas, rios, margens. Nosso turismo, nosso trabalhismo, nossa necessidade de adaptar nosso conhecimento ao nosso calor. Nossa luz, nossas cores humanas, nosso humor. Se a temperatura aumenta, não dormimos. Se dormimos muito, acordamos quentes. Se acordamos quentes, o dia é ruim. Se chove, o serviço acaba. Se somos contratados por serviço; o tempo passa de um jeito diferente.
Há justificativas para o processo de impedimento. Se estão certas ou não… é um pedido sem folego para a complexidade que o País se apresenta. Na metade que li do requerimento de impedimento do Miguel Reale, Helio Bicudo e Janaina Pacheco. Falta calma na redação do documento. São abordados as pedaladas fiscais e a compra da refinaria de Pasadena. O governo está ignorando os fatos investigados pelo menos pela imprensa. É constitucional o exercício de processos de impedimentos. O governo respondeu, em outros tempos, com justificativas de avanços sociais. Ignorando a tese de que os fins não justificam os meios. O governo está fraco em meio a um processo de vigor social e institucional. Falam em diálogo mas no campo das soluções, "batem" nas mesmas teclas, como o ajuste fiscal.
Enquanto isso, ontem a Camara Municipal estuda o aumento de remuneração de uma categoria profissional. Porque não fazer de muitas categorias? Porque não fazer estudos de aumento de remuneração salarial geral? Essa é a fonte do mal. O governo está quebrando porque aumentaram os salários anos atrás. Acham que as contas da prefeitura não vão quebrar? É ano eleitoral gente. E pode haver eleição presidencial ainda este ano. Porque lotam um plenário com uma categoria profissional? E levam a pauta sua remuneração? Porque fazer esse espetáculo que pode nos levar a problemas daqui a cinco anos, como o que estamos vivendo hoje no plano federal? Os uivos e urros de um plenário articulado para tanto tem um custo social alto no médio prazo. Enquanto isso, a sociedade fica apartada desses espaços por simplesmente não ser convidada a frequentar os espaços das simbioses e desambiguações de personalidades. Desses espaços que melhoram e limpam a psicologia social, desde que a sociedade os frequente. Eu, que sofri numa cidade do litoral, não me ocorreu ir a Camara assistir as sessoes da Camara. Morando perto da Camara de São Paulo, não a frequentava. A política é tratada como ovos de ouro num supermercado comum, em gondolas comuns, em caixas comuns de ovos comuns de galinha. Não apresentamos e convidamos as pessoas para o poder.
Nossos políticos sãos nossas pessoas de ouro. Mas deveria ser por isso mesmo que deveriamos procura-los nos espaços que brilham e jogam luzes sobre nós.
Na arena, não são pessoas tão ruim quanto se pintam. Na arena, mostram suas sensibilidades e habilidades para amar, gostar e querer o bem das pessoas. O mesmo bem necessário para formulação do bem-estar-social. E nós do outro lado da telinha, esperando notícias melhores.
A verdade não é um detalhe importante. É um conjunto de detalhes interconexos.
Nossa flor da esperança está crescendo e se fortalecendo. Não devemos nos preocupar em ser ricos. Mas em fazer com simplicidade nossas tarefas de vida. Se comemos e bebemos bem, se nossas igrejas estão forradas, se gozamos do bem de nossos serviços; somos ricos enquanto sociedade. Temos de parar de falar em fazer o que se gosta. E esperar que Deus Pai aja em nós e nos revele o bem de nossos serviços. Essas histórias sociais nos fazem mal. Se um lixeiro goza do bem de seu serviço, é um ser dentro de si mesmo e, mais que feliz, temente a Deus. Não podemos fazer a rota do fim da pobreza. Porque dos pobres é o Reino. A pobreza sempre vai existir. A miséria é evitável.
É muito grave o que estamos vendo no âmbito federal, no poder executivo público. O Congresso que sempre se viu convidado a governar junto, dessa vez está julgando um governo inteiro. Vemos cargos e mais cargos com dificuldade de preenchimento partidário enquanto concursos públicos são recusados por falta de recursos financeiros. O problema é o dinheiro ficar parado. Se o Estado gasta muito e o dinheiro vai parar em poupanças que são direcionadas para fundos de pesquisa… Oras, financiamentos de 30 anos para comprar moradias? Está claro que não sabemos fixar os trabalhadores nos seus locais de trabalho. Que a livre circulação de pessoas é temerária. Que o ir e vir prejudica compromissos de longo prazo no país. Não oferecemos soluções de turismo e cultura satisfatórios para que os brasileiros saibam o que é ser brasileiro. Nosso trabalhismo permite e talvez devesse permitir ainda mais flexibilidade de profissão. Ser 5 anos taxista, 5 anos pedreiro, 5 anos estivador, 5 anos garçon… Se não dermos liberdade, é sem liberdade que vamos nos desenvolver. Que mal há em ser 5 anos peixeiro em Manaus e depois 5 anos açougueiro em São Paulo? Vida de diplomata a mais brasileiros por favor. Substituamos os fluxos migratórios por fluxos investigatórios. Da própria alma e da própria família. Amarrar as pessoas em suas realidades destinatárias está difícil.
São volumes de interesses. Se deixarmos Deus agir. Se acreditarmos em Deus… até mesmo os planejadores de quantidades de profissionais por profissão vão gozar do bem de suas profissões. E quem sabe trocar cem por um? Nós, cristãos brasileiros.
O sentimento de não se acreditar em Deus não deixa de implica-lo nos assuntos Dele caso queira-se fazer o que é dom Dele. Se ter por verdadeiro ser capaz de alcança-lo na literatura não diminui o risco de ver em si as inabilidades do impossível aos seres humanos: o absolutismo do bem. Se queremos pessoas eficientes, deveríamos antes, querer pessoas com limites. Porque Ele pode o que não podemos. Atingir todas as pessoas numa ação positiva. Se um governante não entende isso, busca substitui-lo. E sem perceber seus insucessos, culpa as pessoas as imperfeições de sua entrega a algo que jamais conseguiria realizar, mesmo com a ajuda das pessoas porque todas elas em nenhum ser humano individual completam o que Deus completa, o bem de todos. E todas.
sábado, 26 de março de 2016
domingo, 6 de março de 2016
Categorização
Uma das coisas mais bonitas e necessárias no marketing é a categorização. Quais são as categorias de produtos e serviços, como agrupá-las, a partir de então.
Penso que hotelaria é um dos nossos bastiões, que palavra é essa, é um dos nossos pilares de desenvolvimento social. Não só pelas grandes migrações do passado recente, mas pelo tamanho de nosso estado e pela necessidade de compreender-mos o desenvolvimento e a qualidade de vida além do adensamento e da verticalização urbanas.
Viajar é estabelecer para si uma cultura do descanso.
E não vemos uma cultura de se aproveitar as categorias. As categorias de hotéis. Sabemos que um general ganha uma estrela após um ato de bravura. Mas não esperamos voltar de uma viagem bravos para quando voltarmos a cidadezinha de descanso, ganharmos mais uma estrela na categoria de um serviço de outro hotel. Na mesma cidade ou em outra. Vamos exemplificar. Em 2016 vou para Piracicaba ficar 1 mês de férias num hotel uma estrela. Em 2017, o objetivo seria voltar para Piracicaba e ficar um mês num hotel duas estrelas.
São Paulo SP vive uma epidemia de miséria de moradores de rua. A tempos atrás eram 5 mil, agora são 20 mil. Não sabemos se isso pode triplicar ou deixar de existir. O que seria bem difícil. Porque tem gente que acho que não saberia ser diferente. Não que dependa apenas delas.
O mercado deixou de explorar as nuances, as diferenças de classes sociais C, D e E. Era categorias apenas quantificadas. Mas o que significavam, em meu tempo de escola na década passada, era pouco. O padrão Brasil, pesquisa de poder aquisitivo, resolvia isso. Sem se perguntar quantos metros quadrados tem a residência, quantos empregos a pessoa tem, o domínio sobre um segundo idioma e qual. Sendo mais poético, se alguém prepara comida em casa, quantas janelas há, se é bem iluminado, se há árvores nas calçadas da rua de casa e do trabalho, se há ar-condicionado.
Hoje, devem perguntar se tem 4G. Mas se tem árvore nas calçadas de casa, ou vasos com plantas em casa… Necas de pitibiribas provavelmente.
A miséria existe e é diferente da pobreza. A miséria perto da pobreza, é melhor que a miséria dentro da riqueza, porque dá para quantificar, melhor dizendo, dá para categorizar. Classe F!
É curioso mas é uma realidade. São seis casas de categorias… muitas delas disperdiçamos, mas são sabidas seis casas de categorias para notas de escola, pesquisas de marketing (péssimo, ruim, regular, bom, ótimo e excelente) e agora, 6 estrelas de hotel! Oras, o problema de hotelaria são os motéis. Que mal tem em oferecer um preservativo por R$ 20,00 e isso ser subtendido que, tendo relação com preservativo ou não, essa vai ser a taxa de higiene associação a comunicação de intenções sobre o quarto do local? Clareza as vezes é melhor que transparência. Ai, vale uma explicaçãozinha pros mau encarados nos entendimentos locais.
Digo isso porque temos poucos motéis nas áreas de convívio. E hotéis com as mesmas finalidades de motéis, nas áreas de convívio.
E as categorias não são utilizadas. Nota F nas escolas, que eu saiba, deixou de existir a muito tempo.
Pesquisa de marketing, aglutinam ruim e péssimo, bom e ótimo e excluem a opção excelente.
Qual seria o grande objetivo disso.
Estabelecer políticas de ascenção social dentro da pobreza. O interessa virou o pulo do gato, o aumento da classe média. São mais de 90% de cristãos, uma religião que divide a sociedade entre ricos e pobres. Não existe classe média no cristianismo. Ou assumimos caminhos de equidade entre ricos e pobres compartimentadamente essas duas classes sociais, ou nos veremos diante de elaborações infrutíferas.
A pessoa come bem, veste bem, goza a vida, se entende bem com seu trabalho, game over. O máximo que ela pode fazer é se esforçar em ter uma poupança. Como conviver bem com os tetos da vida? Se vivemos um tempo que o consumo pode incluir muitas pessoas no consumo da riqueza (até 2008 havia essa expectativa). Antes, que a qualidade da residência das pessoas melhore. Que a igreja das pessoas esteja bem estruturada. Que saibamos as relações de igrejas por densidade demográfica adequadas. Que proibamos instalações de novas igrejas quando essa quantidade de igrejas por desnsidade demografica já for atingida. Que estabeleçamos distâncias aceitáveis de igrejas proibidas por densidade demográfica, por exemplo, 1,5 km mais próxima. São questões de fé que existem e que precisam ser iluminadas. Qual a quantidade mínima de pessoas para abrir uma igreja, de qual tamanho? O que significa manter uma igreja dessas dimensões? Se não dermos bóias para os banqueiros nos apoiarem, se não os salvar-mos de nós mesmos, ficamos, ficaremos sem solução.
O teto de minha vida não é ter um relógio Mont Blanc. Até o século passado esse fabricante fazia mais canetas. São as extensões de categorias de marcas de luxo. Para aproveitar as marcas em novas categorias. Então, qual é o teto da vida de um pobre, para abrir caminho para que a qualidade de vida de outros pobres melhores? E o valor de aceitar essa condição. Se aceito o limite de minha pobreza, acredito que a equidade surja entre outras pessoas.
Se aproveitássemos todas as categorías de hotéis, notas de escola, classes sociais e pesquisas de marketing, criaríamos um campo de monitoramento interno para tornar a vida mais gratificante. Eu poderia ir num hotel duas estrelas por anos até conseguir ir num hotel três estrelas. Mas a consciência dessa conquista ser gratificante. Muito mais feliz do que ir num Resort ou, em dificuldade, ficar numa pousadinha. Que são os hotéis operários em áreas ricas. Eu acho.
O que transparece disso é que classe não importa. Meu desejo, é que importasse. A vida tem mais prazer quando entendemos as gradações de qualidade dentro de nós mesmos.
Se o que é gradual não importa… O poder está desvirtuado para dominação. O que não me parece ser um caminho agradável para paz.
Penso que hotelaria é um dos nossos bastiões, que palavra é essa, é um dos nossos pilares de desenvolvimento social. Não só pelas grandes migrações do passado recente, mas pelo tamanho de nosso estado e pela necessidade de compreender-mos o desenvolvimento e a qualidade de vida além do adensamento e da verticalização urbanas.
Viajar é estabelecer para si uma cultura do descanso.
E não vemos uma cultura de se aproveitar as categorias. As categorias de hotéis. Sabemos que um general ganha uma estrela após um ato de bravura. Mas não esperamos voltar de uma viagem bravos para quando voltarmos a cidadezinha de descanso, ganharmos mais uma estrela na categoria de um serviço de outro hotel. Na mesma cidade ou em outra. Vamos exemplificar. Em 2016 vou para Piracicaba ficar 1 mês de férias num hotel uma estrela. Em 2017, o objetivo seria voltar para Piracicaba e ficar um mês num hotel duas estrelas.
São Paulo SP vive uma epidemia de miséria de moradores de rua. A tempos atrás eram 5 mil, agora são 20 mil. Não sabemos se isso pode triplicar ou deixar de existir. O que seria bem difícil. Porque tem gente que acho que não saberia ser diferente. Não que dependa apenas delas.
O mercado deixou de explorar as nuances, as diferenças de classes sociais C, D e E. Era categorias apenas quantificadas. Mas o que significavam, em meu tempo de escola na década passada, era pouco. O padrão Brasil, pesquisa de poder aquisitivo, resolvia isso. Sem se perguntar quantos metros quadrados tem a residência, quantos empregos a pessoa tem, o domínio sobre um segundo idioma e qual. Sendo mais poético, se alguém prepara comida em casa, quantas janelas há, se é bem iluminado, se há árvores nas calçadas da rua de casa e do trabalho, se há ar-condicionado.
Hoje, devem perguntar se tem 4G. Mas se tem árvore nas calçadas de casa, ou vasos com plantas em casa… Necas de pitibiribas provavelmente.
A miséria existe e é diferente da pobreza. A miséria perto da pobreza, é melhor que a miséria dentro da riqueza, porque dá para quantificar, melhor dizendo, dá para categorizar. Classe F!
É curioso mas é uma realidade. São seis casas de categorias… muitas delas disperdiçamos, mas são sabidas seis casas de categorias para notas de escola, pesquisas de marketing (péssimo, ruim, regular, bom, ótimo e excelente) e agora, 6 estrelas de hotel! Oras, o problema de hotelaria são os motéis. Que mal tem em oferecer um preservativo por R$ 20,00 e isso ser subtendido que, tendo relação com preservativo ou não, essa vai ser a taxa de higiene associação a comunicação de intenções sobre o quarto do local? Clareza as vezes é melhor que transparência. Ai, vale uma explicaçãozinha pros mau encarados nos entendimentos locais.
Digo isso porque temos poucos motéis nas áreas de convívio. E hotéis com as mesmas finalidades de motéis, nas áreas de convívio.
E as categorias não são utilizadas. Nota F nas escolas, que eu saiba, deixou de existir a muito tempo.
Pesquisa de marketing, aglutinam ruim e péssimo, bom e ótimo e excluem a opção excelente.
Qual seria o grande objetivo disso.
Estabelecer políticas de ascenção social dentro da pobreza. O interessa virou o pulo do gato, o aumento da classe média. São mais de 90% de cristãos, uma religião que divide a sociedade entre ricos e pobres. Não existe classe média no cristianismo. Ou assumimos caminhos de equidade entre ricos e pobres compartimentadamente essas duas classes sociais, ou nos veremos diante de elaborações infrutíferas.
A pessoa come bem, veste bem, goza a vida, se entende bem com seu trabalho, game over. O máximo que ela pode fazer é se esforçar em ter uma poupança. Como conviver bem com os tetos da vida? Se vivemos um tempo que o consumo pode incluir muitas pessoas no consumo da riqueza (até 2008 havia essa expectativa). Antes, que a qualidade da residência das pessoas melhore. Que a igreja das pessoas esteja bem estruturada. Que saibamos as relações de igrejas por densidade demográfica adequadas. Que proibamos instalações de novas igrejas quando essa quantidade de igrejas por desnsidade demografica já for atingida. Que estabeleçamos distâncias aceitáveis de igrejas proibidas por densidade demográfica, por exemplo, 1,5 km mais próxima. São questões de fé que existem e que precisam ser iluminadas. Qual a quantidade mínima de pessoas para abrir uma igreja, de qual tamanho? O que significa manter uma igreja dessas dimensões? Se não dermos bóias para os banqueiros nos apoiarem, se não os salvar-mos de nós mesmos, ficamos, ficaremos sem solução.
O teto de minha vida não é ter um relógio Mont Blanc. Até o século passado esse fabricante fazia mais canetas. São as extensões de categorias de marcas de luxo. Para aproveitar as marcas em novas categorias. Então, qual é o teto da vida de um pobre, para abrir caminho para que a qualidade de vida de outros pobres melhores? E o valor de aceitar essa condição. Se aceito o limite de minha pobreza, acredito que a equidade surja entre outras pessoas.
Se aproveitássemos todas as categorías de hotéis, notas de escola, classes sociais e pesquisas de marketing, criaríamos um campo de monitoramento interno para tornar a vida mais gratificante. Eu poderia ir num hotel duas estrelas por anos até conseguir ir num hotel três estrelas. Mas a consciência dessa conquista ser gratificante. Muito mais feliz do que ir num Resort ou, em dificuldade, ficar numa pousadinha. Que são os hotéis operários em áreas ricas. Eu acho.
O que transparece disso é que classe não importa. Meu desejo, é que importasse. A vida tem mais prazer quando entendemos as gradações de qualidade dentro de nós mesmos.
Se o que é gradual não importa… O poder está desvirtuado para dominação. O que não me parece ser um caminho agradável para paz.
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