domingo, 23 de outubro de 2016

Projeto para o Bom Retiro e Av. Rio Branco

É difícil num mapa ver a legenda das cores do mapa das zonas qualificadas da cidade de São Paulo. Vi e parece que temos no Bom Retiro e entorno da avenida Rio Branco cinco zonas:
Zona de Desenvolvimento Econômico 1 ZDE 1
Zona de Desenvolvimento Econômico 2 ZDE 2
Zona Especial de Interesse Social ZEIs
Zona de Centratlidade ZC-u
Zona Mista 1 ZM1

Lá há bastante atividade de sacoleiros, de concerto de automóveis.
Quais as aptidões daquela área e da cidade? Estou morando por lá.
Vejo, num primeiro momento, uma oportunidade de verticalização moderada. Algo fora dos padrões dos limites. Dentro do PDE foi dada uma permissão para construções verticais por mais 3 anos, ainda para se aproveitar o melhor custo benefício para os investidores antes da aplicação da regra de altura para o miolo dos bairros. Considero que o bairro só cederá/ cederia a algo que mantivesse as alutras baixas. Prédios de quatro andares. Fazer um prédio baixo mantém a atratividade do lugar. Quem gosta, cuida. Diminuir a intenção de rotatividade e aumentar a quantidade de pessoas estáveis onde estão.
Entre as atividade comerciais e fabris, vejo uma oportunidade nova, o da fabricação de equipamentos de comunicações. Estamos com essa possibilidade nas ZC-us. Tem coisa que é estratégia de região. Fabricar o próprio material de comunicação tecnológica acredito que seja. Falta gente de elétrica no País, gente com qualificação na área de elétrica; fabricar os equipamentos de comunicação é uma atividade que manteria a polaridade de interesses inerentes a atividade de uma comunidade com tamanho de nação: São Paulo.
Fabricação de equipamentos instrumentais médicos-hospitalares, ópticos, se há essa possibilidade de fazermos isso em São Paulo; é outro nível, outra grau de acepção produtiva que se pode dar a uma região. São Paulo tem as ruas de acepção comercial. Talvez pudéssemos ter bairros de acepção fabril. Considerando, ainda, que são regiões que podem ter prédios residenciais e e moradias.
Nossa cidade tem a atividade comercial atrelada a atividade de turismo. Falam em privatizar o Anhembi em 2019. Oras, acho que uma secretaria de comércio poderia ser criada para atrair as atividades de comércio ainda que vinda de outras cidades e nações.
É difícil ver a empresa SP Turis com essa dupla tarefa sem uma secretaria de comércio nem de turismo. Turismo é cultura. Nós estamos perdendo muito por não nos dedicarmos, enquanto capital sobretudo, as polivalências da atividade turística. Pegou demais a ideia de turismo de negócios. Há os outros turismos: político para políticos que vem do interior e litoral visitar a capital, de lazer, histórico. A atividade de entretenimento e de cultura da cidade é imensa. É uma cidade que dá para descansar bem. O problema é que para ativar essas potencialidades turísticas teria-se que ativar uma outra, a do comércio. Que atualmente é dada a Associação Comercial e o nenhum ônus político de se fazer ações políticas de direita. O que envolve atividades lucrativas fica restrito a atividade associativa e o que envolve intercâmbio e negócios, na área de turismo. Nossa cidade precisa de um apoio maior a atividade comercial e fabril. Vejo que é possível termos uma secretaria de comércio, outra secretaria de indústria. Que ajude as pessoas a equacionarem as questões relativas a complexidade de impostos por área de atuação.
Se há essa possibilidade, se somos modelo para o restante dos municípios da unidade federativa; talvez se deva pensar mais em como levar o município a preencher um nível de resoluções produtivas que lhe dê mais independência, poder e autonomia frente os desafios que se vêem somar: poder das comunicações sobre as massas, fragilidade da população frente as questões de custos hospitalares coletivos. E também educação. Não somos a Boston do País, mas despertar na própria população as rédeas de sua produção intelectual e valorizar isso enquanto solidez civil; são percursos que estão a nossa disposição.


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Mostrar para Alessandra do Escritório Político Campos Machado // Vereador Nabil Bonduki discursa em São Paulo





Espaço para quem precisa. Espaço para quem precisa de espaço! Ele não fez pouco por nós.

É relator dum projeto bacana da Câmara Municipal. Vereador Nabil Bonduki é relator dum projeto sobre estudos de impacto de vizinhança.

Major Olímpio: "Não sou linha dura, sou legalista" | Jornal da Manhã

site superinteressante https://www.bn.br/editais

momento legal



Assisti tudo. Luiza Erundina acredita em 2º turno e critica o "voto útil" | Jornal da ...

João Doria Jr. diz que é empresário, não político



Levanta a cabeça que atrás vem gente. João Dória ganhou gente. Ninguém perdeu os valores humanos da nossa Marlene petebista Campos Machado. Nossa candidata sã! De 2016.

Problema antigo: Projetar as honra sem guerras e a tecnologia suficiente para o filme Uma CILADA para Roger Habbit (o filme foi uma cilada para aceitarmos o cinema 3d animado)

Aquela paz de três meses nos jornais

Projeto melhor que terapia para astronauta: dirigir um trólebus. O motorisva vai sentindo os cabos e olhando para um lado e para o outro.

Começou mais ou menos assim minha terça-feira.
As vezes me dou a liberdade de falar em público e as pessoas suportam.
Assim me despedi de minha bela viagem para Perdizes.
E aqui estou numa lan house de biblioteca assistindo Anomalia.

Eu já pude observar que a avenida Faria Lima aceita baias de embarque e desembarque caso sedêssemos os canteiros de centro da avenida para um alargamento das calçadas desta avenida. Haveria espaço para algumas baias, se não de pistas duplas se tornando pistas triplas. Ideal para hotelaria e atividade de sacoleiros... e escolas infântis livres de multa por se estacionar em fila dupla.

Um problema grave que vivêmos - que eu vivo - é não frequentar os espaços públicos, se os há, do Conselho Municipal de Ciências, Tecnologia e Inovação. Suspeito que as ciências assim como as pessoas servem, antes os indivíduos que suas consequências. E as vezes as pessoas não conversam porque vivem e convivem em ambientes diferentes. E profissões evoluindo.

Uma linha de trólebus é mais barata que um linha de VLT. Terapêutico é pensar o tempo das viagens nessa cidade. Antes de um primeiro emprego. Antes de um novo emprego. Isso eu já senti. Busquei um emprego novo e fiquei no ponto esperando um ônibus que não vinha. Atualmente moro perto de um ponto-de-ônibus bem estruturado... que não passa ônibus.
O prefeito Fernando Haddad sofreu muito com as críticas e a inabilidade de sua equipe de justificar, além das mortes no trânsito evitadas, algo mais que a redução de velocidade nas marginais e na cidade toda trouxeram. Uma linha lenta a gente aguenta. Retilínea, histórica no nosso passado. Avenida Brigadeiro Luis Antônio, Santo Amaro ou Radial Leste por exemplo. Pros motoristas maus terem a certeza que a gente vai saber de algum jeito que caso eles manquem com a gente, e isso é sempre compreensivel, depois do terceiro telefonema num mês reclamando dum busão que não pára no ponto-de-ônibus... uma reclamação não levará a demissão... mas a dois dias por semana servindo na tal da linha lenta e longo. Duro vai ser não tornar isso um concurso interno. Entre as empresas que formam a SPTrans.
Eu tenho noção das coisas ou não tenho?
É horrível viver sobre essa dimensão: de reclamar algo trivial e provocar a demissão do próximo. Nem por isso precisamos ser um pouco mais bem atendidos. A isso inclue parâmetros de previsibilidade que parece que estão difíceis de ser expressos em palavras. Tudo bem. Mas palavras, o presidente chinês da China, fora da reunião do G20, que me perdoe: palavras as vezes precisam sim ser colocadas para fora.

Seria um presente para cidade ter um convite fixo de conheça a ZL. Uma linha de ônibus lenta seria boa para população que diariamente é servida. O tempo de viagem nos ônibus não pode nos assustar. Para futuramente sermos servidos não por 15 mil, mas por 30 mil ônibus mais próprios de nossas entrâncias e percursos das avenidas para as ruas e das ruas para as avenidas.

Ser impopular com perspectivas de popularidade, e simpatia, para mim é isso. Porque sei o que estou dizendo e acredito no poder da propaganda pública amansar a recepção de ideias ousadas pro cotidiano.

A cidade chama a tecnologia
a favor da cidade
- Usemos a imaginação direito!

Para o governador Geraldo Alckmin, estas últimas três linhas acima.

A cidade chama a tecnologia. Dentro de suas dificuldades.
A tecnologia a favor da cidade. Precisamos pensá-la, discuti-la, debate-la.
"Polícia para quem precisa. Polícia para quem precisa de polícia."
A tecnologia não é assim. Porque a polícia tem uma central ou várias. A tecnologia não tem uma central ou muitas. A tecnologia anda e cria espaços em si e em seu entorno. E esse entorno das tecnologias cria sombram. E essas sombras exitem.

linha terapêutica-arquitetônica-arquitetonia (tentando desfazer graças inconveninetes sobre  beleza fonética da paravra catatonia. Corrigi assim: em Caps Lock.

linha terapêutica-arquitetônica-arquitetonia
                                                    MENTAL


Anotação acima para continuar e ou desenvolver melhor esse texto se for necessário, possível e ou mesmo suficiente.