É difícil num mapa ver a legenda das cores do mapa das zonas qualificadas da cidade de São Paulo. Vi e parece que temos no Bom Retiro e entorno da avenida Rio Branco cinco zonas:
Zona de Desenvolvimento Econômico 1 ZDE 1
Zona de Desenvolvimento Econômico 2 ZDE 2
Zona Especial de Interesse Social ZEIs
Zona de Centratlidade ZC-u
Zona Mista 1 ZM1
Lá há bastante atividade de sacoleiros, de concerto de automóveis.
Quais as aptidões daquela área e da cidade? Estou morando por lá.
Vejo, num primeiro momento, uma oportunidade de verticalização moderada. Algo fora dos padrões dos limites. Dentro do PDE foi dada uma permissão para construções verticais por mais 3 anos, ainda para se aproveitar o melhor custo benefício para os investidores antes da aplicação da regra de altura para o miolo dos bairros. Considero que o bairro só cederá/ cederia a algo que mantivesse as alutras baixas. Prédios de quatro andares. Fazer um prédio baixo mantém a atratividade do lugar. Quem gosta, cuida. Diminuir a intenção de rotatividade e aumentar a quantidade de pessoas estáveis onde estão.
Entre as atividade comerciais e fabris, vejo uma oportunidade nova, o da fabricação de equipamentos de comunicações. Estamos com essa possibilidade nas ZC-us. Tem coisa que é estratégia de região. Fabricar o próprio material de comunicação tecnológica acredito que seja. Falta gente de elétrica no País, gente com qualificação na área de elétrica; fabricar os equipamentos de comunicação é uma atividade que manteria a polaridade de interesses inerentes a atividade de uma comunidade com tamanho de nação: São Paulo.
Fabricação de equipamentos instrumentais médicos-hospitalares, ópticos, se há essa possibilidade de fazermos isso em São Paulo; é outro nível, outra grau de acepção produtiva que se pode dar a uma região. São Paulo tem as ruas de acepção comercial. Talvez pudéssemos ter bairros de acepção fabril. Considerando, ainda, que são regiões que podem ter prédios residenciais e e moradias.
Nossa cidade tem a atividade comercial atrelada a atividade de turismo. Falam em privatizar o Anhembi em 2019. Oras, acho que uma secretaria de comércio poderia ser criada para atrair as atividades de comércio ainda que vinda de outras cidades e nações.
É difícil ver a empresa SP Turis com essa dupla tarefa sem uma secretaria de comércio nem de turismo. Turismo é cultura. Nós estamos perdendo muito por não nos dedicarmos, enquanto capital sobretudo, as polivalências da atividade turística. Pegou demais a ideia de turismo de negócios. Há os outros turismos: político para políticos que vem do interior e litoral visitar a capital, de lazer, histórico. A atividade de entretenimento e de cultura da cidade é imensa. É uma cidade que dá para descansar bem. O problema é que para ativar essas potencialidades turísticas teria-se que ativar uma outra, a do comércio. Que atualmente é dada a Associação Comercial e o nenhum ônus político de se fazer ações políticas de direita. O que envolve atividades lucrativas fica restrito a atividade associativa e o que envolve intercâmbio e negócios, na área de turismo. Nossa cidade precisa de um apoio maior a atividade comercial e fabril. Vejo que é possível termos uma secretaria de comércio, outra secretaria de indústria. Que ajude as pessoas a equacionarem as questões relativas a complexidade de impostos por área de atuação.
Se há essa possibilidade, se somos modelo para o restante dos municípios da unidade federativa; talvez se deva pensar mais em como levar o município a preencher um nível de resoluções produtivas que lhe dê mais independência, poder e autonomia frente os desafios que se vêem somar: poder das comunicações sobre as massas, fragilidade da população frente as questões de custos hospitalares coletivos. E também educação. Não somos a Boston do País, mas despertar na própria população as rédeas de sua produção intelectual e valorizar isso enquanto solidez civil; são percursos que estão a nossa disposição.
domingo, 23 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Mostrar para Alessandra do Escritório Político Campos Machado // Vereador Nabil Bonduki discursa em São Paulo
Espaço para quem precisa. Espaço para quem precisa de espaço! Ele não fez pouco por nós.
É relator dum projeto bacana da Câmara Municipal. Vereador Nabil Bonduki é relator dum projeto sobre estudos de impacto de vizinhança.
Major Olímpio: "Não sou linha dura, sou legalista" | Jornal da Manhã
site superinteressante https://www.bn.br/editais
momento legal
momento legal
João Doria Jr. diz que é empresário, não político
Levanta a cabeça que atrás vem gente. João Dória ganhou gente. Ninguém perdeu os valores humanos da nossa Marlene petebista Campos Machado. Nossa candidata sã! De 2016.
Problema antigo: Projetar as honra sem guerras e a tecnologia suficiente para o filme Uma CILADA para Roger Habbit (o filme foi uma cilada para aceitarmos o cinema 3d animado)
Aquela paz de três meses nos jornais
Projeto melhor que terapia para astronauta: dirigir um trólebus. O motorisva vai sentindo os cabos e olhando para um lado e para o outro.
Começou mais ou menos assim minha terça-feira.
As vezes me dou a liberdade de falar em público e as pessoas suportam.
Assim me despedi de minha bela viagem para Perdizes.
E aqui estou numa lan house de biblioteca assistindo Anomalia.
Eu já pude observar que a avenida Faria Lima aceita baias de embarque e desembarque caso sedêssemos os canteiros de centro da avenida para um alargamento das calçadas desta avenida. Haveria espaço para algumas baias, se não de pistas duplas se tornando pistas triplas. Ideal para hotelaria e atividade de sacoleiros... e escolas infântis livres de multa por se estacionar em fila dupla.
Um problema grave que vivêmos - que eu vivo - é não frequentar os espaços públicos, se os há, do Conselho Municipal de Ciências, Tecnologia e Inovação. Suspeito que as ciências assim como as pessoas servem, antes os indivíduos que suas consequências. E as vezes as pessoas não conversam porque vivem e convivem em ambientes diferentes. E profissões evoluindo.
Uma linha de trólebus é mais barata que um linha de VLT. Terapêutico é pensar o tempo das viagens nessa cidade. Antes de um primeiro emprego. Antes de um novo emprego. Isso eu já senti. Busquei um emprego novo e fiquei no ponto esperando um ônibus que não vinha. Atualmente moro perto de um ponto-de-ônibus bem estruturado... que não passa ônibus.
O prefeito Fernando Haddad sofreu muito com as críticas e a inabilidade de sua equipe de justificar, além das mortes no trânsito evitadas, algo mais que a redução de velocidade nas marginais e na cidade toda trouxeram. Uma linha lenta a gente aguenta. Retilínea, histórica no nosso passado. Avenida Brigadeiro Luis Antônio, Santo Amaro ou Radial Leste por exemplo. Pros motoristas maus terem a certeza que a gente vai saber de algum jeito que caso eles manquem com a gente, e isso é sempre compreensivel, depois do terceiro telefonema num mês reclamando dum busão que não pára no ponto-de-ônibus... uma reclamação não levará a demissão... mas a dois dias por semana servindo na tal da linha lenta e longo. Duro vai ser não tornar isso um concurso interno. Entre as empresas que formam a SPTrans.
Eu tenho noção das coisas ou não tenho?
É horrível viver sobre essa dimensão: de reclamar algo trivial e provocar a demissão do próximo. Nem por isso precisamos ser um pouco mais bem atendidos. A isso inclue parâmetros de previsibilidade que parece que estão difíceis de ser expressos em palavras. Tudo bem. Mas palavras, o presidente chinês da China, fora da reunião do G20, que me perdoe: palavras as vezes precisam sim ser colocadas para fora.
Seria um presente para cidade ter um convite fixo de conheça a ZL. Uma linha de ônibus lenta seria boa para população que diariamente é servida. O tempo de viagem nos ônibus não pode nos assustar. Para futuramente sermos servidos não por 15 mil, mas por 30 mil ônibus mais próprios de nossas entrâncias e percursos das avenidas para as ruas e das ruas para as avenidas.
Ser impopular com perspectivas de popularidade, e simpatia, para mim é isso. Porque sei o que estou dizendo e acredito no poder da propaganda pública amansar a recepção de ideias ousadas pro cotidiano.
A cidade chama a tecnologia
a favor da cidade
- Usemos a imaginação direito!
Para o governador Geraldo Alckmin, estas últimas três linhas acima.
A cidade chama a tecnologia. Dentro de suas dificuldades.
A tecnologia a favor da cidade. Precisamos pensá-la, discuti-la, debate-la.
"Polícia para quem precisa. Polícia para quem precisa de polícia."
A tecnologia não é assim. Porque a polícia tem uma central ou várias. A tecnologia não tem uma central ou muitas. A tecnologia anda e cria espaços em si e em seu entorno. E esse entorno das tecnologias cria sombram. E essas sombras exitem.
linha terapêutica-arquitetônica-arquitetonia (tentando desfazer graças inconveninetes sobre beleza fonética da paravra catatonia. Corrigi assim: em Caps Lock.
linha terapêutica-arquitetônica-arquitetonia
MENTAL
Anotação acima para continuar e ou desenvolver melhor esse texto se for necessário, possível e ou mesmo suficiente.
Projeto melhor que terapia para astronauta: dirigir um trólebus. O motorisva vai sentindo os cabos e olhando para um lado e para o outro.
Começou mais ou menos assim minha terça-feira.
As vezes me dou a liberdade de falar em público e as pessoas suportam.
Assim me despedi de minha bela viagem para Perdizes.
E aqui estou numa lan house de biblioteca assistindo Anomalia.
Eu já pude observar que a avenida Faria Lima aceita baias de embarque e desembarque caso sedêssemos os canteiros de centro da avenida para um alargamento das calçadas desta avenida. Haveria espaço para algumas baias, se não de pistas duplas se tornando pistas triplas. Ideal para hotelaria e atividade de sacoleiros... e escolas infântis livres de multa por se estacionar em fila dupla.
Um problema grave que vivêmos - que eu vivo - é não frequentar os espaços públicos, se os há, do Conselho Municipal de Ciências, Tecnologia e Inovação. Suspeito que as ciências assim como as pessoas servem, antes os indivíduos que suas consequências. E as vezes as pessoas não conversam porque vivem e convivem em ambientes diferentes. E profissões evoluindo.
Uma linha de trólebus é mais barata que um linha de VLT. Terapêutico é pensar o tempo das viagens nessa cidade. Antes de um primeiro emprego. Antes de um novo emprego. Isso eu já senti. Busquei um emprego novo e fiquei no ponto esperando um ônibus que não vinha. Atualmente moro perto de um ponto-de-ônibus bem estruturado... que não passa ônibus.
O prefeito Fernando Haddad sofreu muito com as críticas e a inabilidade de sua equipe de justificar, além das mortes no trânsito evitadas, algo mais que a redução de velocidade nas marginais e na cidade toda trouxeram. Uma linha lenta a gente aguenta. Retilínea, histórica no nosso passado. Avenida Brigadeiro Luis Antônio, Santo Amaro ou Radial Leste por exemplo. Pros motoristas maus terem a certeza que a gente vai saber de algum jeito que caso eles manquem com a gente, e isso é sempre compreensivel, depois do terceiro telefonema num mês reclamando dum busão que não pára no ponto-de-ônibus... uma reclamação não levará a demissão... mas a dois dias por semana servindo na tal da linha lenta e longo. Duro vai ser não tornar isso um concurso interno. Entre as empresas que formam a SPTrans.
Eu tenho noção das coisas ou não tenho?
É horrível viver sobre essa dimensão: de reclamar algo trivial e provocar a demissão do próximo. Nem por isso precisamos ser um pouco mais bem atendidos. A isso inclue parâmetros de previsibilidade que parece que estão difíceis de ser expressos em palavras. Tudo bem. Mas palavras, o presidente chinês da China, fora da reunião do G20, que me perdoe: palavras as vezes precisam sim ser colocadas para fora.
Seria um presente para cidade ter um convite fixo de conheça a ZL. Uma linha de ônibus lenta seria boa para população que diariamente é servida. O tempo de viagem nos ônibus não pode nos assustar. Para futuramente sermos servidos não por 15 mil, mas por 30 mil ônibus mais próprios de nossas entrâncias e percursos das avenidas para as ruas e das ruas para as avenidas.
Ser impopular com perspectivas de popularidade, e simpatia, para mim é isso. Porque sei o que estou dizendo e acredito no poder da propaganda pública amansar a recepção de ideias ousadas pro cotidiano.
A cidade chama a tecnologia
a favor da cidade
- Usemos a imaginação direito!
Para o governador Geraldo Alckmin, estas últimas três linhas acima.
A cidade chama a tecnologia. Dentro de suas dificuldades.
A tecnologia a favor da cidade. Precisamos pensá-la, discuti-la, debate-la.
"Polícia para quem precisa. Polícia para quem precisa de polícia."
A tecnologia não é assim. Porque a polícia tem uma central ou várias. A tecnologia não tem uma central ou muitas. A tecnologia anda e cria espaços em si e em seu entorno. E esse entorno das tecnologias cria sombram. E essas sombras exitem.
linha terapêutica-arquitetônica-arquitetonia (tentando desfazer graças inconveninetes sobre beleza fonética da paravra catatonia. Corrigi assim: em Caps Lock.
linha terapêutica-arquitetônica-arquitetonia
MENTAL
Anotação acima para continuar e ou desenvolver melhor esse texto se for necessário, possível e ou mesmo suficiente.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
O que São Paulo pode melhorar
O que São Paulo pode melhorar
São eleições daqui a 9 dias. Pude viajar nesses últimos quatro anos para Iguape, Porto de Galinhas, Rio de Janeiro, Niterói, Brasília, Porto Alegre, Serra Gaúcha, Santos, Praia Grande, São Vicente, Santana de Parnaíba, Mogi das Cruzes, Santo André, São Bernardo do Campo, Embú das Artes, Osasco, Carapicuiba. Em São Paulo estive em Parelheiros, Campo Limpo, Guaianazes, Vila Ré, Cidade Líder, Belém, Carrão, Capão Redondo, Jaraguá, Vila Curuçá, Ermelino Matarazzo, Vila Nova Cachoeirinha, Brasilândia, Freguesia do Ó, Itaquera, Bosque da Saúde, Tucuruvi, Jardim Vaz de Lima, Cidade Tiradentes, Cidade Líder, Vila Formosa, São Miguel Paulista, São Mateus, Mooca e tantos lugares ainda fiquei por conhecer e que são importantíssimos na cidade como Heliópolis, Perus, lado norte da marginal Tietê, Interlagos, Sacomã. E o que já conhecia é difícil de dizer.
Foram quatro anos onde pude perceber níveis de poder que são próprios de nossa paulistanidade.
Após a aprovação do Plano de Diretrizes Estratégicas, tem algumas características da cidade que não dá para entender. Como calçadas com alguns metros escuros, logradouros revirados, ausentes ou arrancados. A localização é um fator de poder na cidade. E o que vou tentar desenvolver nesse texto é que antes poderia haver a naturalidade.
Estive no Rio de Janeiro semana passada, fui lá prestigiar o fim das Paralimpíadas. Dentro do Museu do Exército no Forte de Copacabana, tem telefones públicos. Em Shoppings de São Paulo não há com facilidade. Telefone público é poder. Liga a cobrar, liga sem ser identificado, liga para 0800, liga para o Brasil inteiro. No Terminal Dom Pedro II em São Paulo, há uma fila de quatro telefones públicos num corredor longíncuo de transeuntes da calçada paralela que agrega grande quantidade de pessoas em situação de rua. Um está quebrado, a fileira, num local com baixa iluminação. Por quê num terminal urbano de transporte falta paz para fazer uma chamada telefônica? É típico de São Paulo as fileiras de telefones ou a ausência deles. No Rio de Janeiro, na estação Estácio de metrô é onde fica bem pertinho a prefeitura. Fica a uma quadra da estação. Dentro da estação, do lado de fora das catracas tem telefone público e caixa dos Correios. Em São Paulo, as caixas de Correios são quase que uma opção a parte da disponibilidade das calçadas e dos Correios para nós. É legal essas localizações pouco estratégicas. Trazem um charme e descontração para cidade. Mas também há a necessidade de termos caixas de Correios em ambientes que valorizem a comunicação escrita. Nossa cidade é muito especial na produção editorial e acaba errando por desvalorizar fragorozamente a comunicação escrita entre pessoas próximas.
Cito a caixa postal coletiva corporativa no terminal Rodoviário de Porto Alegre, a caixa postal dos lojistas da rodoviária. Não temos isso em São Paulo. Afastamos o poder das pessoas. Poder, antes, que é de natureza de comunicação simples. QUando escrevemos, pensamos melhor no que dizemos. São Paulo é uma cidade que aprofundou-se na comunicação, antes, audio-fônica. Para falar com a portaria, tem o interfone num portão. Se tem o interfone e a caixa postal, o atendimento seria outro. Isso tem poder de mudar as pessoas. Eu vejo por outro lado. A natureza da comunicação humana é assim. Nós é que estamos nos privando das opções que dispomos. Na natureza, uma árvore que não é resistente a nevasca se desenvolve nos trópicos. Em São Paulo, se fosse possível plantar dessas árvores, não as plantaríamos sob o risco de numa nevasca, a árvore ser arrancada. Enquanto isso, é comum na cidade semi-precipícios em passarelas de acesso ou de construções civis.
Há na avenida 9 de julho, perto do viaduto Maria Paula, uma quadra de basquete. No viaduto paralelo tem um precipício. Mas a chegada ao viaduto Maria Paula é meio assustadora pelas ermas que lá perto somam. Isso porque não são quadras médias que formam essa quadra, mas quadras longas. Poderia ser construido no lugar da quadra de basquete um Centro de Referência do Idoso. O Atual CRI é um prédio debaixo duma ponte, acho que da ponde do Chá, é um lugar tenebroso. Nunca tive coragem de entrar lá. Tinha que ser o C.R.I. um ambiente parecido com o Centre George Pompidou sem museu.
O comércio de alimentos nas redondezas da Câmara Municipal é micho. Era para termos diversos restaurantes bons e baratos na rua Santo Antônio, na rua Maria Paula. E mais comércio chique.
Não entendo a natureza de ruas comerciais em São Paulo. Isso configura feiras permanentes. Numa cidade com problemas para fazer chegar comércio diverso nas periferias, essas ruas de comércio se configuram formações atípicas a uma necessidade de descentralizar a oferta. Viajar até a rua das noivas para conseguir um bom vestido de noiva poderia ser substituido por duas ou três opções de boa qualidade na sua região.
Outra coisa que poderia melhorar na cidade seria estabelecermos uma cultura de agendamento. Para quase tudo se fazer agendamento. É constrangedor vivermos meios de manhãs e tardes com milhares de pessoas nas ruas sem sabermos se estão trabalhando. Muitas vezes simplesmente estamos indo resolver alguma coisa. Mas a cultura de agendamento é superior porque não só dá argumentos para as pessoas que estão nas ruas em hora de trabalho, como também traz uma cultura de ser esperado. A priori, o atendimento é personalizado. Pelo sim, pelo não, quando se agenda se cria um ambiente me melhor prevalência. O que é ser uma atendente de Centro de Atendimento ao Trabalhador? De repente há 20 opções de emprego a se oferecer a uma pessoa. Se o cidadão agenda, provavelmente a atendente escolhe 3 opções para, no dia, avaliar o melhor encaminhamento. E há ainda nesses espaços opção para capacitação, que não nos são informados.
Nossa cidade pode melhorar se não temermos demanda. De nos treinarmos para reclamação... Dos dois lados da conversa. Falta uma árvore num rua. Vai no Serviço de Atendimento ao Cidadão e solicita. Os garis são tidos pela pior profissão. E por isso super respeitados. Acho que é a única profissão vulgar com sentimento corporativo na população. Não há o mesmo para manutenção de elétrica, arvorismo, cata-bagulho. Se tememos demanda, e acho que isso é verdadeiro, talvez seja pela posterior reclamação de demora. Oras, façam-se listas de demanda por tipo de serviço; se depois de oito meses ficar aquela demanda inicial sem plantar uma árvore, separa-se um caminhão só para esse serviço. Tem muito cepo de árvore não arrancado na cidade. São as únicas coisas que podem melhorar a cidade: ações de higiene. Arranca o cepo, deixa a terra bem batida. Demora mais oito meses para a turma de calçadamento fazer a calçada, é melhor do que está hoje!
A indústria se vale de um sistema chamado ERP, se não me falha a memória, para monitorar estoques de produtos nas supermercearias. São acordos que tem entre o comércio e a indústria. Oras, não fazemos isso com o lixo urbano! Tem muita papeleira lotada de lixo. Quando lota, o cidadão, a cidadã deveria ter a opção de ligar pro SMS da Limpurb e informar por meio do código da papeleira. A prefeitura nem nos informa que o nome da lixeira é papeleira! O mesmo ônibus, o ônibus está lotado, liga pro SMS da SPTrans avisando. Desconhecemos o que dá justa causa numa demissão, mas muitas vezes nossa capacidade de comunicação com quem pode nos oferecer um serviço melhor é despistada. Já imaginou ligar pro 0800 de uma viação simplesmente para informar que um ônibus está lotado?
Nossa cidade melhoraria se tivéssemos caixas dos Correios em cada estação de Metrô, CPTM e Linha 4. Se nossos pontos de ônibus tivessem nome ou número. Se nossos pontos de ônibus avisassem quais linhas de ônibus passam naquele ponto. A cidadania se conquista. Há muitas simplificações de informações que carecem de mais texto explicativo. A SPTrans fez um adesivo com códigos de tempo mínimo e máximo de espera nos picos da tarde e da manhã e aqueles adesivos antigos ficavam com 30 cm de espaço em branco e nós tendo que entender o que era T e o que era M na tabela.
Nossa cidade melhoraria se dispuséssemos mais mapas por regiões ou bairros, sem medo de excluir outras áreas. Não temos muitos mapas orientativos ou turísticos. o Mapa das Artes faz o seu. Mas são inciativas poucas e isoladas. Se um mapa te inclui num raio de percepção que inclui pontos de ônibus, regiões ou bairros vizinhos, orientação da onde fica o centro da cidade e pelo menos uma estação de Metrô, CPTM ou Linha 4, resolveu a questão da exclusão de outras áreas da cidade. Ai, focasse no comércio, na hotelaria, nas mercearias, nas igrejas e demais templos religiosos, nas escolas, museus, pontos-de-táxis, restaurantes. Daí, dá para conhecer outros lugares.
A cidade conta com uma rede de museus que pera pela bandeira Museu da Cidade. São mais de trinta museus. Não tem mistério. A cultura, antes, é funcional. Faltam museus funcionais na cidade. Do pássaro, do migrante, da rocha, da burocracia, do índio, da história da indústria na cidade, do esgoto, da higiene, da distribuição de água, dos bandeirantes, do Exército, da Polícia Militar, da televisão, da fotografia, do peixe, da pesca, da fauna, do leite, das verduras, do abastecimento, das asfaltagem, da imprensa, do juiz. Faltam lugares na cidade para nos esquecermos de nós mesmos. De valorizarmos o que nos sustenta. Nossa cidade carece de áreas de ventas aos significados. Muitas vezes somos rolos de significantes tentando nos entender. E a cidade não tem pouco museu não. Temos o Museu do Transporte Público, que poderia ter mais sobre o transporte sobre trilhos. Temos o Museu do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil, do Instituto Biológico. Mas se não dissermos para nós mesmos: isso aqui faz parte do Brasil! A gente esquece. Porque a cidade tem seu próprio ritmo, seus próprios desafios. A gente esquece até da Grande São Paulo. E isso não é legal, mas é real. Se não investirmos em consciência, o Brasil sofre com São Paulo e São Paulo sofre com o Brasil. E contudo, há em São pessoas mais doces e simples que no Rio de Janeiro ou em Brasília. Não podemos temer que a nossa dose de poder administrada por nós nos trará mais segurança e não mais instabilidade. O poder que há em algumas pessoas no Rio de Janeiro e em Brasília, não tem em São Paulo. Mas isso não significa que nosso lado do poder, se nos permitirmos mais poder por ações simples de comunicação e estratégia urbana de veiculação de seus meios - se é que é isso que faz algumas pessoas assustadoramente poderosas - venha a candir, a candurar, a transmitir candura e tenhamos nosso lado do poder a oferecer à outros lugares que sofrem mais gravemente do que nós. Vi pessoas sombrias em Porto Alegre, moderadamente sombrias mas sombrias... um tipo de sombras que não chega aqui. No Rio de Janeiro, pessoas com os olhos metálicos como cor de bronze, o mesmo vi em Brasília. Em Santos, pessoas secas no semblante dos olhos. Nossos sedimentos sociais paulistanos talvez nos façam nos proteger. E nos protegemos. Mas uma cidade suspeito que seja um formação universal de desenvolvimento e segurança e o que nosso País precisa de nós é que dentro de nossa área de conforto, que inclui muitas pessoas largadas a própria sorte doméstica, é que tenhamos a capacidade de dizer para cada morador desse estado: venham para cá por um tempo, depois voltem para da onde vieram. São Paulo agrega as pessoas que são do estado, que não se apresentam enquanto tal. Mas as piores pessoas que existem talvez sejam pessoas que estão ilhadas nas roças sem ter meios de chegar até suas cidades de municípios natais. Se temos hotéis baratos, como em Santos e São Sebastião, podemos dizer: venham nos visitar. E esses roceiros que estão enfurnados em suas consciências coletivas, caldificando ordens e valores de maneiras imensuráveis... sem compartilhar com as pessoas das cidades... não existem o homem rural. Existe o índio; não sei pensar sobre esse aspecto. Talvez mesmo os índios atualmente precisem, necessitem ir aos centros urbanos de vez em quando; todos eles e elas. Mas o homem rural é um tipo de pessoa que vai e vem da cidade. A cidade é a célula elementar da disposição da saúde mental da humanidade. Se um negócio se torna insustentável, talvez seja missão das capitais criar dispositivos de desejo da pessoa sair da onde está e vindo para capital, os concidadãos encaçaparem essas pessoas para um passeio em suas próprias áreas urbanas. As pessoas que vivem no campo são destinadas a mais bençãos que as que vivem nas cidades. Mas quem só vive no campo fica comprometido. No Brasil, não sei como construir um capitalismo onde todos os caminhos levem à Brasilia. Mas, também que, dentro de cada unidade federativa, as pessoas tenham como contribuir para que em recebendo um cartão postal um cidadão ilhado numa roça se sinta parte de algo que está ao seu alcance e por teima ou falta de recursos, encontre forças para se revivificar nas candeias de vigília mais iluminadas das cidades; que nunca são construidas de baixo de colinas. [assunto meio que religioso, não saberia citar a Bíblia com facilidade mesmo a consultando, por isso mudei a cor da fonte]
Nossa cidade precisa de mais bancos em lugares públicos.
E precisa de mais afinidade com Brasília. O governo Kassab acabou tentando transmitir uma regra comum única para as calçadas. Calçadas estas que faltam enterrar fios elétricos e plantar árvores. Nossa cidade conta com poucos estudos, aparentemente, de desenvolvimento de árvores de copas baixas. Como a espécie pata-de-vaca.
Talvez faltem shoppings nas periferias. Centros de conforto e segurança para as pessoas fazerem compras. As vezes duvido que exista harmonia entre comerciantes de shopping e de rua. Não podemos perder de vista que parte do comércio vem o desenvolvimento da cidade. E o texto vem a ser o que temos para fazer que a performance e o desempenho da sociedade como um todo sejam melhor.
Nossa cultura está muito orientada para fazer as pessoas se concentrarem no celular. O preço do ingresso de cinema, a comunicação visual, a propaganda. As vezes falta nos colocarmos mais para fora. A segurança está na sociedade. Se nossa sociedade cresceu é dando limites para o nosso bem-estar que encontraremos como amar o próximo como a si mesmo abrindo caminho, assim, para que surjam os nossos milionários, donos das nossas empresas.
São eleições daqui a 9 dias. Pude viajar nesses últimos quatro anos para Iguape, Porto de Galinhas, Rio de Janeiro, Niterói, Brasília, Porto Alegre, Serra Gaúcha, Santos, Praia Grande, São Vicente, Santana de Parnaíba, Mogi das Cruzes, Santo André, São Bernardo do Campo, Embú das Artes, Osasco, Carapicuiba. Em São Paulo estive em Parelheiros, Campo Limpo, Guaianazes, Vila Ré, Cidade Líder, Belém, Carrão, Capão Redondo, Jaraguá, Vila Curuçá, Ermelino Matarazzo, Vila Nova Cachoeirinha, Brasilândia, Freguesia do Ó, Itaquera, Bosque da Saúde, Tucuruvi, Jardim Vaz de Lima, Cidade Tiradentes, Cidade Líder, Vila Formosa, São Miguel Paulista, São Mateus, Mooca e tantos lugares ainda fiquei por conhecer e que são importantíssimos na cidade como Heliópolis, Perus, lado norte da marginal Tietê, Interlagos, Sacomã. E o que já conhecia é difícil de dizer.
Foram quatro anos onde pude perceber níveis de poder que são próprios de nossa paulistanidade.
Após a aprovação do Plano de Diretrizes Estratégicas, tem algumas características da cidade que não dá para entender. Como calçadas com alguns metros escuros, logradouros revirados, ausentes ou arrancados. A localização é um fator de poder na cidade. E o que vou tentar desenvolver nesse texto é que antes poderia haver a naturalidade.
Estive no Rio de Janeiro semana passada, fui lá prestigiar o fim das Paralimpíadas. Dentro do Museu do Exército no Forte de Copacabana, tem telefones públicos. Em Shoppings de São Paulo não há com facilidade. Telefone público é poder. Liga a cobrar, liga sem ser identificado, liga para 0800, liga para o Brasil inteiro. No Terminal Dom Pedro II em São Paulo, há uma fila de quatro telefones públicos num corredor longíncuo de transeuntes da calçada paralela que agrega grande quantidade de pessoas em situação de rua. Um está quebrado, a fileira, num local com baixa iluminação. Por quê num terminal urbano de transporte falta paz para fazer uma chamada telefônica? É típico de São Paulo as fileiras de telefones ou a ausência deles. No Rio de Janeiro, na estação Estácio de metrô é onde fica bem pertinho a prefeitura. Fica a uma quadra da estação. Dentro da estação, do lado de fora das catracas tem telefone público e caixa dos Correios. Em São Paulo, as caixas de Correios são quase que uma opção a parte da disponibilidade das calçadas e dos Correios para nós. É legal essas localizações pouco estratégicas. Trazem um charme e descontração para cidade. Mas também há a necessidade de termos caixas de Correios em ambientes que valorizem a comunicação escrita. Nossa cidade é muito especial na produção editorial e acaba errando por desvalorizar fragorozamente a comunicação escrita entre pessoas próximas.
Cito a caixa postal coletiva corporativa no terminal Rodoviário de Porto Alegre, a caixa postal dos lojistas da rodoviária. Não temos isso em São Paulo. Afastamos o poder das pessoas. Poder, antes, que é de natureza de comunicação simples. QUando escrevemos, pensamos melhor no que dizemos. São Paulo é uma cidade que aprofundou-se na comunicação, antes, audio-fônica. Para falar com a portaria, tem o interfone num portão. Se tem o interfone e a caixa postal, o atendimento seria outro. Isso tem poder de mudar as pessoas. Eu vejo por outro lado. A natureza da comunicação humana é assim. Nós é que estamos nos privando das opções que dispomos. Na natureza, uma árvore que não é resistente a nevasca se desenvolve nos trópicos. Em São Paulo, se fosse possível plantar dessas árvores, não as plantaríamos sob o risco de numa nevasca, a árvore ser arrancada. Enquanto isso, é comum na cidade semi-precipícios em passarelas de acesso ou de construções civis.
Há na avenida 9 de julho, perto do viaduto Maria Paula, uma quadra de basquete. No viaduto paralelo tem um precipício. Mas a chegada ao viaduto Maria Paula é meio assustadora pelas ermas que lá perto somam. Isso porque não são quadras médias que formam essa quadra, mas quadras longas. Poderia ser construido no lugar da quadra de basquete um Centro de Referência do Idoso. O Atual CRI é um prédio debaixo duma ponte, acho que da ponde do Chá, é um lugar tenebroso. Nunca tive coragem de entrar lá. Tinha que ser o C.R.I. um ambiente parecido com o Centre George Pompidou sem museu.
O comércio de alimentos nas redondezas da Câmara Municipal é micho. Era para termos diversos restaurantes bons e baratos na rua Santo Antônio, na rua Maria Paula. E mais comércio chique.
Não entendo a natureza de ruas comerciais em São Paulo. Isso configura feiras permanentes. Numa cidade com problemas para fazer chegar comércio diverso nas periferias, essas ruas de comércio se configuram formações atípicas a uma necessidade de descentralizar a oferta. Viajar até a rua das noivas para conseguir um bom vestido de noiva poderia ser substituido por duas ou três opções de boa qualidade na sua região.
Outra coisa que poderia melhorar na cidade seria estabelecermos uma cultura de agendamento. Para quase tudo se fazer agendamento. É constrangedor vivermos meios de manhãs e tardes com milhares de pessoas nas ruas sem sabermos se estão trabalhando. Muitas vezes simplesmente estamos indo resolver alguma coisa. Mas a cultura de agendamento é superior porque não só dá argumentos para as pessoas que estão nas ruas em hora de trabalho, como também traz uma cultura de ser esperado. A priori, o atendimento é personalizado. Pelo sim, pelo não, quando se agenda se cria um ambiente me melhor prevalência. O que é ser uma atendente de Centro de Atendimento ao Trabalhador? De repente há 20 opções de emprego a se oferecer a uma pessoa. Se o cidadão agenda, provavelmente a atendente escolhe 3 opções para, no dia, avaliar o melhor encaminhamento. E há ainda nesses espaços opção para capacitação, que não nos são informados.
Nossa cidade pode melhorar se não temermos demanda. De nos treinarmos para reclamação... Dos dois lados da conversa. Falta uma árvore num rua. Vai no Serviço de Atendimento ao Cidadão e solicita. Os garis são tidos pela pior profissão. E por isso super respeitados. Acho que é a única profissão vulgar com sentimento corporativo na população. Não há o mesmo para manutenção de elétrica, arvorismo, cata-bagulho. Se tememos demanda, e acho que isso é verdadeiro, talvez seja pela posterior reclamação de demora. Oras, façam-se listas de demanda por tipo de serviço; se depois de oito meses ficar aquela demanda inicial sem plantar uma árvore, separa-se um caminhão só para esse serviço. Tem muito cepo de árvore não arrancado na cidade. São as únicas coisas que podem melhorar a cidade: ações de higiene. Arranca o cepo, deixa a terra bem batida. Demora mais oito meses para a turma de calçadamento fazer a calçada, é melhor do que está hoje!
A indústria se vale de um sistema chamado ERP, se não me falha a memória, para monitorar estoques de produtos nas supermercearias. São acordos que tem entre o comércio e a indústria. Oras, não fazemos isso com o lixo urbano! Tem muita papeleira lotada de lixo. Quando lota, o cidadão, a cidadã deveria ter a opção de ligar pro SMS da Limpurb e informar por meio do código da papeleira. A prefeitura nem nos informa que o nome da lixeira é papeleira! O mesmo ônibus, o ônibus está lotado, liga pro SMS da SPTrans avisando. Desconhecemos o que dá justa causa numa demissão, mas muitas vezes nossa capacidade de comunicação com quem pode nos oferecer um serviço melhor é despistada. Já imaginou ligar pro 0800 de uma viação simplesmente para informar que um ônibus está lotado?
Nossa cidade melhoraria se tivéssemos caixas dos Correios em cada estação de Metrô, CPTM e Linha 4. Se nossos pontos de ônibus tivessem nome ou número. Se nossos pontos de ônibus avisassem quais linhas de ônibus passam naquele ponto. A cidadania se conquista. Há muitas simplificações de informações que carecem de mais texto explicativo. A SPTrans fez um adesivo com códigos de tempo mínimo e máximo de espera nos picos da tarde e da manhã e aqueles adesivos antigos ficavam com 30 cm de espaço em branco e nós tendo que entender o que era T e o que era M na tabela.
Nossa cidade melhoraria se dispuséssemos mais mapas por regiões ou bairros, sem medo de excluir outras áreas. Não temos muitos mapas orientativos ou turísticos. o Mapa das Artes faz o seu. Mas são inciativas poucas e isoladas. Se um mapa te inclui num raio de percepção que inclui pontos de ônibus, regiões ou bairros vizinhos, orientação da onde fica o centro da cidade e pelo menos uma estação de Metrô, CPTM ou Linha 4, resolveu a questão da exclusão de outras áreas da cidade. Ai, focasse no comércio, na hotelaria, nas mercearias, nas igrejas e demais templos religiosos, nas escolas, museus, pontos-de-táxis, restaurantes. Daí, dá para conhecer outros lugares.
A cidade conta com uma rede de museus que pera pela bandeira Museu da Cidade. São mais de trinta museus. Não tem mistério. A cultura, antes, é funcional. Faltam museus funcionais na cidade. Do pássaro, do migrante, da rocha, da burocracia, do índio, da história da indústria na cidade, do esgoto, da higiene, da distribuição de água, dos bandeirantes, do Exército, da Polícia Militar, da televisão, da fotografia, do peixe, da pesca, da fauna, do leite, das verduras, do abastecimento, das asfaltagem, da imprensa, do juiz. Faltam lugares na cidade para nos esquecermos de nós mesmos. De valorizarmos o que nos sustenta. Nossa cidade carece de áreas de ventas aos significados. Muitas vezes somos rolos de significantes tentando nos entender. E a cidade não tem pouco museu não. Temos o Museu do Transporte Público, que poderia ter mais sobre o transporte sobre trilhos. Temos o Museu do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil, do Instituto Biológico. Mas se não dissermos para nós mesmos: isso aqui faz parte do Brasil! A gente esquece. Porque a cidade tem seu próprio ritmo, seus próprios desafios. A gente esquece até da Grande São Paulo. E isso não é legal, mas é real. Se não investirmos em consciência, o Brasil sofre com São Paulo e São Paulo sofre com o Brasil. E contudo, há em São pessoas mais doces e simples que no Rio de Janeiro ou em Brasília. Não podemos temer que a nossa dose de poder administrada por nós nos trará mais segurança e não mais instabilidade. O poder que há em algumas pessoas no Rio de Janeiro e em Brasília, não tem em São Paulo. Mas isso não significa que nosso lado do poder, se nos permitirmos mais poder por ações simples de comunicação e estratégia urbana de veiculação de seus meios - se é que é isso que faz algumas pessoas assustadoramente poderosas - venha a candir, a candurar, a transmitir candura e tenhamos nosso lado do poder a oferecer à outros lugares que sofrem mais gravemente do que nós. Vi pessoas sombrias em Porto Alegre, moderadamente sombrias mas sombrias... um tipo de sombras que não chega aqui. No Rio de Janeiro, pessoas com os olhos metálicos como cor de bronze, o mesmo vi em Brasília. Em Santos, pessoas secas no semblante dos olhos. Nossos sedimentos sociais paulistanos talvez nos façam nos proteger. E nos protegemos. Mas uma cidade suspeito que seja um formação universal de desenvolvimento e segurança e o que nosso País precisa de nós é que dentro de nossa área de conforto, que inclui muitas pessoas largadas a própria sorte doméstica, é que tenhamos a capacidade de dizer para cada morador desse estado: venham para cá por um tempo, depois voltem para da onde vieram. São Paulo agrega as pessoas que são do estado, que não se apresentam enquanto tal. Mas as piores pessoas que existem talvez sejam pessoas que estão ilhadas nas roças sem ter meios de chegar até suas cidades de municípios natais. Se temos hotéis baratos, como em Santos e São Sebastião, podemos dizer: venham nos visitar. E esses roceiros que estão enfurnados em suas consciências coletivas, caldificando ordens e valores de maneiras imensuráveis... sem compartilhar com as pessoas das cidades... não existem o homem rural. Existe o índio; não sei pensar sobre esse aspecto. Talvez mesmo os índios atualmente precisem, necessitem ir aos centros urbanos de vez em quando; todos eles e elas. Mas o homem rural é um tipo de pessoa que vai e vem da cidade. A cidade é a célula elementar da disposição da saúde mental da humanidade. Se um negócio se torna insustentável, talvez seja missão das capitais criar dispositivos de desejo da pessoa sair da onde está e vindo para capital, os concidadãos encaçaparem essas pessoas para um passeio em suas próprias áreas urbanas. As pessoas que vivem no campo são destinadas a mais bençãos que as que vivem nas cidades. Mas quem só vive no campo fica comprometido. No Brasil, não sei como construir um capitalismo onde todos os caminhos levem à Brasilia. Mas, também que, dentro de cada unidade federativa, as pessoas tenham como contribuir para que em recebendo um cartão postal um cidadão ilhado numa roça se sinta parte de algo que está ao seu alcance e por teima ou falta de recursos, encontre forças para se revivificar nas candeias de vigília mais iluminadas das cidades; que nunca são construidas de baixo de colinas. [assunto meio que religioso, não saberia citar a Bíblia com facilidade mesmo a consultando, por isso mudei a cor da fonte]
Nossa cidade precisa de mais bancos em lugares públicos.
E precisa de mais afinidade com Brasília. O governo Kassab acabou tentando transmitir uma regra comum única para as calçadas. Calçadas estas que faltam enterrar fios elétricos e plantar árvores. Nossa cidade conta com poucos estudos, aparentemente, de desenvolvimento de árvores de copas baixas. Como a espécie pata-de-vaca.
Talvez faltem shoppings nas periferias. Centros de conforto e segurança para as pessoas fazerem compras. As vezes duvido que exista harmonia entre comerciantes de shopping e de rua. Não podemos perder de vista que parte do comércio vem o desenvolvimento da cidade. E o texto vem a ser o que temos para fazer que a performance e o desempenho da sociedade como um todo sejam melhor.
Nossa cultura está muito orientada para fazer as pessoas se concentrarem no celular. O preço do ingresso de cinema, a comunicação visual, a propaganda. As vezes falta nos colocarmos mais para fora. A segurança está na sociedade. Se nossa sociedade cresceu é dando limites para o nosso bem-estar que encontraremos como amar o próximo como a si mesmo abrindo caminho, assim, para que surjam os nossos milionários, donos das nossas empresas.
sábado, 26 de março de 2016
Dentro da noite meio veloz
O que estamos vendo é um processo de impedimento no Congresso Nacional.
As rádios dizem sobre a defesa do governo, em palavras da presidenta: não há justificativa para o processo do impedimento. E ainda, o processo de impedimento deixaria cicatrizes na democracia.
Vejo o PMDB administrando o ônus de um eventual impedimento da chapa.
O nosso capitalismo está sendo questionado. Quando lidam com a questão de caixa dois de empresas públicas e particulares com a proibição de doações de empresas aos caixas 1 de campanha, ou seja, aquelas doações que são lícitas mas de interesses lógicos duvidosos… a triangulação suspeita se dá quando há ligações entre doadores de campanha correspondentes a receptores de empréstimos pelo BNDES. Por exemplo. Quando 5% das empresas doam, seria de se esperar que o BNDES suportasse empréstimos a bem mais que 5% de empresas. E talvez essa seja a razão política das investigações… fizeram pacotes de benefícios fiscais seletivos no primeiro governo Dilma. Insustentável. Como traçar medidas equanimes de aumento de eficiencia produtiva? 93% das pessoas que votam em parlamentares tem 34 anos ou mais. E vemos jovens nas ruas protestando. Não vemos políticos em campanhas de arrecadação. Está tudo dentro… está tudo por dentro. A quem importa a luz, a verdade e seu espírito libertador? Não nos preparamos para ser uma nação que cria riquezas. Não levamos em conta que os pobres aceitam os serviços dos pobres. Há toda uma idealização de acenção social pelo caminho do menor sofrimento. Oras, será que não tem gente que quer trabalhar com terra, com esgoto, com lixo, com pedra, com madeira, com massa, com animais? Os estudos estão numa linha de acumulo de conhecimento, sem a fruição da sabedoria, tão necessária aos países quentes. Quem trabalha com esgoto? E quanta enchente nós temos? O que é isso? Excesso de livros nos ralos? Piada.
Estou esgotado.
O que chamam de democracia é democracia e democracia direta. Nossa queridinha democracia está resguardada. Se o avanço de uma democracia mais participativa e ramificada seria menos ofertada num governo não petista, é outro assunto. As ranhuras num partido - e não num político - impedidos de governar; é grande. E o PMDB já estuda sair da linha de aliado das soluções de campanha para vítima de um processo de força eleitoral desconhecido que se revela aos poucos. Os partidos entram em declínio. O próprio PMDB, o PTB, o PSD antigo (ou seria PDS?), o PFL. E surge espaço para as renovações.
Não basta a excelência do PT em extratificar o melhor de cada partido e aceitar representa-los no exercício da governança. Há a questão ética, há a questão de oferecer soluções que nos coloquem num rumo próprio. O plano Real secou. Veio mais nada. Ministros incapazes de imprimir uma agenda de conciliação federativa. De traduzirem um esforço nacional por mais recursos aos estados e municipios. Dado os excesos de recursos encontrados em pastas ministeriais a espera de projetos que não vem. Porque os projetos estão nas necessidades dos estados e municípios. Enquanto isso, os gastos aumentam e a máquina entra em processo recessivo. Sobra dinheiro, falta atividade capital.
E o governo insiste em ajuste fiscal. Quando precisamos de ajuste político.
Partidos políticos mais fortes. Recursos mais repartidos entre estados e municipios. Oras, 70% da arrecadação ficam com a União nacional. Como vamos diminuir a quantidade de moradores de rua em São Paulo assim? Com os juros no cheque especial e no cartão de crédito tão altos?
Não estamos atentos ao essencial. Tem gente magra, mal vestida, suja ou não, nossas igrejas estão muitas delas precisando de reparos no forro e mal sabemos gozar do bem de nossas profissões muitas vezes. E não somos nós que vamos resolver isso.
Estou muito triste com o que está havendo com o país. E querendo ver um rumo próprio, porque esse é o único destino de nosso ímpar e querido país. Não aceitamos um idioma de um País pequeno a toa. É porque nossa necessidade de soluções próprias é tão grande quanto as particularidades de nosso idioma, frente aos idiomas das demais nações do mundo.
Nossas madeiras, pedras, terras, nossas montanhas, rios, margens. Nosso turismo, nosso trabalhismo, nossa necessidade de adaptar nosso conhecimento ao nosso calor. Nossa luz, nossas cores humanas, nosso humor. Se a temperatura aumenta, não dormimos. Se dormimos muito, acordamos quentes. Se acordamos quentes, o dia é ruim. Se chove, o serviço acaba. Se somos contratados por serviço; o tempo passa de um jeito diferente.
Há justificativas para o processo de impedimento. Se estão certas ou não… é um pedido sem folego para a complexidade que o País se apresenta. Na metade que li do requerimento de impedimento do Miguel Reale, Helio Bicudo e Janaina Pacheco. Falta calma na redação do documento. São abordados as pedaladas fiscais e a compra da refinaria de Pasadena. O governo está ignorando os fatos investigados pelo menos pela imprensa. É constitucional o exercício de processos de impedimentos. O governo respondeu, em outros tempos, com justificativas de avanços sociais. Ignorando a tese de que os fins não justificam os meios. O governo está fraco em meio a um processo de vigor social e institucional. Falam em diálogo mas no campo das soluções, "batem" nas mesmas teclas, como o ajuste fiscal.
Enquanto isso, ontem a Camara Municipal estuda o aumento de remuneração de uma categoria profissional. Porque não fazer de muitas categorias? Porque não fazer estudos de aumento de remuneração salarial geral? Essa é a fonte do mal. O governo está quebrando porque aumentaram os salários anos atrás. Acham que as contas da prefeitura não vão quebrar? É ano eleitoral gente. E pode haver eleição presidencial ainda este ano. Porque lotam um plenário com uma categoria profissional? E levam a pauta sua remuneração? Porque fazer esse espetáculo que pode nos levar a problemas daqui a cinco anos, como o que estamos vivendo hoje no plano federal? Os uivos e urros de um plenário articulado para tanto tem um custo social alto no médio prazo. Enquanto isso, a sociedade fica apartada desses espaços por simplesmente não ser convidada a frequentar os espaços das simbioses e desambiguações de personalidades. Desses espaços que melhoram e limpam a psicologia social, desde que a sociedade os frequente. Eu, que sofri numa cidade do litoral, não me ocorreu ir a Camara assistir as sessoes da Camara. Morando perto da Camara de São Paulo, não a frequentava. A política é tratada como ovos de ouro num supermercado comum, em gondolas comuns, em caixas comuns de ovos comuns de galinha. Não apresentamos e convidamos as pessoas para o poder.
Nossos políticos sãos nossas pessoas de ouro. Mas deveria ser por isso mesmo que deveriamos procura-los nos espaços que brilham e jogam luzes sobre nós.
Na arena, não são pessoas tão ruim quanto se pintam. Na arena, mostram suas sensibilidades e habilidades para amar, gostar e querer o bem das pessoas. O mesmo bem necessário para formulação do bem-estar-social. E nós do outro lado da telinha, esperando notícias melhores.
A verdade não é um detalhe importante. É um conjunto de detalhes interconexos.
Nossa flor da esperança está crescendo e se fortalecendo. Não devemos nos preocupar em ser ricos. Mas em fazer com simplicidade nossas tarefas de vida. Se comemos e bebemos bem, se nossas igrejas estão forradas, se gozamos do bem de nossos serviços; somos ricos enquanto sociedade. Temos de parar de falar em fazer o que se gosta. E esperar que Deus Pai aja em nós e nos revele o bem de nossos serviços. Essas histórias sociais nos fazem mal. Se um lixeiro goza do bem de seu serviço, é um ser dentro de si mesmo e, mais que feliz, temente a Deus. Não podemos fazer a rota do fim da pobreza. Porque dos pobres é o Reino. A pobreza sempre vai existir. A miséria é evitável.
É muito grave o que estamos vendo no âmbito federal, no poder executivo público. O Congresso que sempre se viu convidado a governar junto, dessa vez está julgando um governo inteiro. Vemos cargos e mais cargos com dificuldade de preenchimento partidário enquanto concursos públicos são recusados por falta de recursos financeiros. O problema é o dinheiro ficar parado. Se o Estado gasta muito e o dinheiro vai parar em poupanças que são direcionadas para fundos de pesquisa… Oras, financiamentos de 30 anos para comprar moradias? Está claro que não sabemos fixar os trabalhadores nos seus locais de trabalho. Que a livre circulação de pessoas é temerária. Que o ir e vir prejudica compromissos de longo prazo no país. Não oferecemos soluções de turismo e cultura satisfatórios para que os brasileiros saibam o que é ser brasileiro. Nosso trabalhismo permite e talvez devesse permitir ainda mais flexibilidade de profissão. Ser 5 anos taxista, 5 anos pedreiro, 5 anos estivador, 5 anos garçon… Se não dermos liberdade, é sem liberdade que vamos nos desenvolver. Que mal há em ser 5 anos peixeiro em Manaus e depois 5 anos açougueiro em São Paulo? Vida de diplomata a mais brasileiros por favor. Substituamos os fluxos migratórios por fluxos investigatórios. Da própria alma e da própria família. Amarrar as pessoas em suas realidades destinatárias está difícil.
São volumes de interesses. Se deixarmos Deus agir. Se acreditarmos em Deus… até mesmo os planejadores de quantidades de profissionais por profissão vão gozar do bem de suas profissões. E quem sabe trocar cem por um? Nós, cristãos brasileiros.
O sentimento de não se acreditar em Deus não deixa de implica-lo nos assuntos Dele caso queira-se fazer o que é dom Dele. Se ter por verdadeiro ser capaz de alcança-lo na literatura não diminui o risco de ver em si as inabilidades do impossível aos seres humanos: o absolutismo do bem. Se queremos pessoas eficientes, deveríamos antes, querer pessoas com limites. Porque Ele pode o que não podemos. Atingir todas as pessoas numa ação positiva. Se um governante não entende isso, busca substitui-lo. E sem perceber seus insucessos, culpa as pessoas as imperfeições de sua entrega a algo que jamais conseguiria realizar, mesmo com a ajuda das pessoas porque todas elas em nenhum ser humano individual completam o que Deus completa, o bem de todos. E todas.
As rádios dizem sobre a defesa do governo, em palavras da presidenta: não há justificativa para o processo do impedimento. E ainda, o processo de impedimento deixaria cicatrizes na democracia.
Vejo o PMDB administrando o ônus de um eventual impedimento da chapa.
O nosso capitalismo está sendo questionado. Quando lidam com a questão de caixa dois de empresas públicas e particulares com a proibição de doações de empresas aos caixas 1 de campanha, ou seja, aquelas doações que são lícitas mas de interesses lógicos duvidosos… a triangulação suspeita se dá quando há ligações entre doadores de campanha correspondentes a receptores de empréstimos pelo BNDES. Por exemplo. Quando 5% das empresas doam, seria de se esperar que o BNDES suportasse empréstimos a bem mais que 5% de empresas. E talvez essa seja a razão política das investigações… fizeram pacotes de benefícios fiscais seletivos no primeiro governo Dilma. Insustentável. Como traçar medidas equanimes de aumento de eficiencia produtiva? 93% das pessoas que votam em parlamentares tem 34 anos ou mais. E vemos jovens nas ruas protestando. Não vemos políticos em campanhas de arrecadação. Está tudo dentro… está tudo por dentro. A quem importa a luz, a verdade e seu espírito libertador? Não nos preparamos para ser uma nação que cria riquezas. Não levamos em conta que os pobres aceitam os serviços dos pobres. Há toda uma idealização de acenção social pelo caminho do menor sofrimento. Oras, será que não tem gente que quer trabalhar com terra, com esgoto, com lixo, com pedra, com madeira, com massa, com animais? Os estudos estão numa linha de acumulo de conhecimento, sem a fruição da sabedoria, tão necessária aos países quentes. Quem trabalha com esgoto? E quanta enchente nós temos? O que é isso? Excesso de livros nos ralos? Piada.
Estou esgotado.
O que chamam de democracia é democracia e democracia direta. Nossa queridinha democracia está resguardada. Se o avanço de uma democracia mais participativa e ramificada seria menos ofertada num governo não petista, é outro assunto. As ranhuras num partido - e não num político - impedidos de governar; é grande. E o PMDB já estuda sair da linha de aliado das soluções de campanha para vítima de um processo de força eleitoral desconhecido que se revela aos poucos. Os partidos entram em declínio. O próprio PMDB, o PTB, o PSD antigo (ou seria PDS?), o PFL. E surge espaço para as renovações.
Não basta a excelência do PT em extratificar o melhor de cada partido e aceitar representa-los no exercício da governança. Há a questão ética, há a questão de oferecer soluções que nos coloquem num rumo próprio. O plano Real secou. Veio mais nada. Ministros incapazes de imprimir uma agenda de conciliação federativa. De traduzirem um esforço nacional por mais recursos aos estados e municipios. Dado os excesos de recursos encontrados em pastas ministeriais a espera de projetos que não vem. Porque os projetos estão nas necessidades dos estados e municípios. Enquanto isso, os gastos aumentam e a máquina entra em processo recessivo. Sobra dinheiro, falta atividade capital.
E o governo insiste em ajuste fiscal. Quando precisamos de ajuste político.
Partidos políticos mais fortes. Recursos mais repartidos entre estados e municipios. Oras, 70% da arrecadação ficam com a União nacional. Como vamos diminuir a quantidade de moradores de rua em São Paulo assim? Com os juros no cheque especial e no cartão de crédito tão altos?
Não estamos atentos ao essencial. Tem gente magra, mal vestida, suja ou não, nossas igrejas estão muitas delas precisando de reparos no forro e mal sabemos gozar do bem de nossas profissões muitas vezes. E não somos nós que vamos resolver isso.
Estou muito triste com o que está havendo com o país. E querendo ver um rumo próprio, porque esse é o único destino de nosso ímpar e querido país. Não aceitamos um idioma de um País pequeno a toa. É porque nossa necessidade de soluções próprias é tão grande quanto as particularidades de nosso idioma, frente aos idiomas das demais nações do mundo.
Nossas madeiras, pedras, terras, nossas montanhas, rios, margens. Nosso turismo, nosso trabalhismo, nossa necessidade de adaptar nosso conhecimento ao nosso calor. Nossa luz, nossas cores humanas, nosso humor. Se a temperatura aumenta, não dormimos. Se dormimos muito, acordamos quentes. Se acordamos quentes, o dia é ruim. Se chove, o serviço acaba. Se somos contratados por serviço; o tempo passa de um jeito diferente.
Há justificativas para o processo de impedimento. Se estão certas ou não… é um pedido sem folego para a complexidade que o País se apresenta. Na metade que li do requerimento de impedimento do Miguel Reale, Helio Bicudo e Janaina Pacheco. Falta calma na redação do documento. São abordados as pedaladas fiscais e a compra da refinaria de Pasadena. O governo está ignorando os fatos investigados pelo menos pela imprensa. É constitucional o exercício de processos de impedimentos. O governo respondeu, em outros tempos, com justificativas de avanços sociais. Ignorando a tese de que os fins não justificam os meios. O governo está fraco em meio a um processo de vigor social e institucional. Falam em diálogo mas no campo das soluções, "batem" nas mesmas teclas, como o ajuste fiscal.
Enquanto isso, ontem a Camara Municipal estuda o aumento de remuneração de uma categoria profissional. Porque não fazer de muitas categorias? Porque não fazer estudos de aumento de remuneração salarial geral? Essa é a fonte do mal. O governo está quebrando porque aumentaram os salários anos atrás. Acham que as contas da prefeitura não vão quebrar? É ano eleitoral gente. E pode haver eleição presidencial ainda este ano. Porque lotam um plenário com uma categoria profissional? E levam a pauta sua remuneração? Porque fazer esse espetáculo que pode nos levar a problemas daqui a cinco anos, como o que estamos vivendo hoje no plano federal? Os uivos e urros de um plenário articulado para tanto tem um custo social alto no médio prazo. Enquanto isso, a sociedade fica apartada desses espaços por simplesmente não ser convidada a frequentar os espaços das simbioses e desambiguações de personalidades. Desses espaços que melhoram e limpam a psicologia social, desde que a sociedade os frequente. Eu, que sofri numa cidade do litoral, não me ocorreu ir a Camara assistir as sessoes da Camara. Morando perto da Camara de São Paulo, não a frequentava. A política é tratada como ovos de ouro num supermercado comum, em gondolas comuns, em caixas comuns de ovos comuns de galinha. Não apresentamos e convidamos as pessoas para o poder.
Nossos políticos sãos nossas pessoas de ouro. Mas deveria ser por isso mesmo que deveriamos procura-los nos espaços que brilham e jogam luzes sobre nós.
Na arena, não são pessoas tão ruim quanto se pintam. Na arena, mostram suas sensibilidades e habilidades para amar, gostar e querer o bem das pessoas. O mesmo bem necessário para formulação do bem-estar-social. E nós do outro lado da telinha, esperando notícias melhores.
A verdade não é um detalhe importante. É um conjunto de detalhes interconexos.
Nossa flor da esperança está crescendo e se fortalecendo. Não devemos nos preocupar em ser ricos. Mas em fazer com simplicidade nossas tarefas de vida. Se comemos e bebemos bem, se nossas igrejas estão forradas, se gozamos do bem de nossos serviços; somos ricos enquanto sociedade. Temos de parar de falar em fazer o que se gosta. E esperar que Deus Pai aja em nós e nos revele o bem de nossos serviços. Essas histórias sociais nos fazem mal. Se um lixeiro goza do bem de seu serviço, é um ser dentro de si mesmo e, mais que feliz, temente a Deus. Não podemos fazer a rota do fim da pobreza. Porque dos pobres é o Reino. A pobreza sempre vai existir. A miséria é evitável.
É muito grave o que estamos vendo no âmbito federal, no poder executivo público. O Congresso que sempre se viu convidado a governar junto, dessa vez está julgando um governo inteiro. Vemos cargos e mais cargos com dificuldade de preenchimento partidário enquanto concursos públicos são recusados por falta de recursos financeiros. O problema é o dinheiro ficar parado. Se o Estado gasta muito e o dinheiro vai parar em poupanças que são direcionadas para fundos de pesquisa… Oras, financiamentos de 30 anos para comprar moradias? Está claro que não sabemos fixar os trabalhadores nos seus locais de trabalho. Que a livre circulação de pessoas é temerária. Que o ir e vir prejudica compromissos de longo prazo no país. Não oferecemos soluções de turismo e cultura satisfatórios para que os brasileiros saibam o que é ser brasileiro. Nosso trabalhismo permite e talvez devesse permitir ainda mais flexibilidade de profissão. Ser 5 anos taxista, 5 anos pedreiro, 5 anos estivador, 5 anos garçon… Se não dermos liberdade, é sem liberdade que vamos nos desenvolver. Que mal há em ser 5 anos peixeiro em Manaus e depois 5 anos açougueiro em São Paulo? Vida de diplomata a mais brasileiros por favor. Substituamos os fluxos migratórios por fluxos investigatórios. Da própria alma e da própria família. Amarrar as pessoas em suas realidades destinatárias está difícil.
São volumes de interesses. Se deixarmos Deus agir. Se acreditarmos em Deus… até mesmo os planejadores de quantidades de profissionais por profissão vão gozar do bem de suas profissões. E quem sabe trocar cem por um? Nós, cristãos brasileiros.
O sentimento de não se acreditar em Deus não deixa de implica-lo nos assuntos Dele caso queira-se fazer o que é dom Dele. Se ter por verdadeiro ser capaz de alcança-lo na literatura não diminui o risco de ver em si as inabilidades do impossível aos seres humanos: o absolutismo do bem. Se queremos pessoas eficientes, deveríamos antes, querer pessoas com limites. Porque Ele pode o que não podemos. Atingir todas as pessoas numa ação positiva. Se um governante não entende isso, busca substitui-lo. E sem perceber seus insucessos, culpa as pessoas as imperfeições de sua entrega a algo que jamais conseguiria realizar, mesmo com a ajuda das pessoas porque todas elas em nenhum ser humano individual completam o que Deus completa, o bem de todos. E todas.
domingo, 6 de março de 2016
Categorização
Uma das coisas mais bonitas e necessárias no marketing é a categorização. Quais são as categorias de produtos e serviços, como agrupá-las, a partir de então.
Penso que hotelaria é um dos nossos bastiões, que palavra é essa, é um dos nossos pilares de desenvolvimento social. Não só pelas grandes migrações do passado recente, mas pelo tamanho de nosso estado e pela necessidade de compreender-mos o desenvolvimento e a qualidade de vida além do adensamento e da verticalização urbanas.
Viajar é estabelecer para si uma cultura do descanso.
E não vemos uma cultura de se aproveitar as categorias. As categorias de hotéis. Sabemos que um general ganha uma estrela após um ato de bravura. Mas não esperamos voltar de uma viagem bravos para quando voltarmos a cidadezinha de descanso, ganharmos mais uma estrela na categoria de um serviço de outro hotel. Na mesma cidade ou em outra. Vamos exemplificar. Em 2016 vou para Piracicaba ficar 1 mês de férias num hotel uma estrela. Em 2017, o objetivo seria voltar para Piracicaba e ficar um mês num hotel duas estrelas.
São Paulo SP vive uma epidemia de miséria de moradores de rua. A tempos atrás eram 5 mil, agora são 20 mil. Não sabemos se isso pode triplicar ou deixar de existir. O que seria bem difícil. Porque tem gente que acho que não saberia ser diferente. Não que dependa apenas delas.
O mercado deixou de explorar as nuances, as diferenças de classes sociais C, D e E. Era categorias apenas quantificadas. Mas o que significavam, em meu tempo de escola na década passada, era pouco. O padrão Brasil, pesquisa de poder aquisitivo, resolvia isso. Sem se perguntar quantos metros quadrados tem a residência, quantos empregos a pessoa tem, o domínio sobre um segundo idioma e qual. Sendo mais poético, se alguém prepara comida em casa, quantas janelas há, se é bem iluminado, se há árvores nas calçadas da rua de casa e do trabalho, se há ar-condicionado.
Hoje, devem perguntar se tem 4G. Mas se tem árvore nas calçadas de casa, ou vasos com plantas em casa… Necas de pitibiribas provavelmente.
A miséria existe e é diferente da pobreza. A miséria perto da pobreza, é melhor que a miséria dentro da riqueza, porque dá para quantificar, melhor dizendo, dá para categorizar. Classe F!
É curioso mas é uma realidade. São seis casas de categorias… muitas delas disperdiçamos, mas são sabidas seis casas de categorias para notas de escola, pesquisas de marketing (péssimo, ruim, regular, bom, ótimo e excelente) e agora, 6 estrelas de hotel! Oras, o problema de hotelaria são os motéis. Que mal tem em oferecer um preservativo por R$ 20,00 e isso ser subtendido que, tendo relação com preservativo ou não, essa vai ser a taxa de higiene associação a comunicação de intenções sobre o quarto do local? Clareza as vezes é melhor que transparência. Ai, vale uma explicaçãozinha pros mau encarados nos entendimentos locais.
Digo isso porque temos poucos motéis nas áreas de convívio. E hotéis com as mesmas finalidades de motéis, nas áreas de convívio.
E as categorias não são utilizadas. Nota F nas escolas, que eu saiba, deixou de existir a muito tempo.
Pesquisa de marketing, aglutinam ruim e péssimo, bom e ótimo e excluem a opção excelente.
Qual seria o grande objetivo disso.
Estabelecer políticas de ascenção social dentro da pobreza. O interessa virou o pulo do gato, o aumento da classe média. São mais de 90% de cristãos, uma religião que divide a sociedade entre ricos e pobres. Não existe classe média no cristianismo. Ou assumimos caminhos de equidade entre ricos e pobres compartimentadamente essas duas classes sociais, ou nos veremos diante de elaborações infrutíferas.
A pessoa come bem, veste bem, goza a vida, se entende bem com seu trabalho, game over. O máximo que ela pode fazer é se esforçar em ter uma poupança. Como conviver bem com os tetos da vida? Se vivemos um tempo que o consumo pode incluir muitas pessoas no consumo da riqueza (até 2008 havia essa expectativa). Antes, que a qualidade da residência das pessoas melhore. Que a igreja das pessoas esteja bem estruturada. Que saibamos as relações de igrejas por densidade demográfica adequadas. Que proibamos instalações de novas igrejas quando essa quantidade de igrejas por desnsidade demografica já for atingida. Que estabeleçamos distâncias aceitáveis de igrejas proibidas por densidade demográfica, por exemplo, 1,5 km mais próxima. São questões de fé que existem e que precisam ser iluminadas. Qual a quantidade mínima de pessoas para abrir uma igreja, de qual tamanho? O que significa manter uma igreja dessas dimensões? Se não dermos bóias para os banqueiros nos apoiarem, se não os salvar-mos de nós mesmos, ficamos, ficaremos sem solução.
O teto de minha vida não é ter um relógio Mont Blanc. Até o século passado esse fabricante fazia mais canetas. São as extensões de categorias de marcas de luxo. Para aproveitar as marcas em novas categorias. Então, qual é o teto da vida de um pobre, para abrir caminho para que a qualidade de vida de outros pobres melhores? E o valor de aceitar essa condição. Se aceito o limite de minha pobreza, acredito que a equidade surja entre outras pessoas.
Se aproveitássemos todas as categorías de hotéis, notas de escola, classes sociais e pesquisas de marketing, criaríamos um campo de monitoramento interno para tornar a vida mais gratificante. Eu poderia ir num hotel duas estrelas por anos até conseguir ir num hotel três estrelas. Mas a consciência dessa conquista ser gratificante. Muito mais feliz do que ir num Resort ou, em dificuldade, ficar numa pousadinha. Que são os hotéis operários em áreas ricas. Eu acho.
O que transparece disso é que classe não importa. Meu desejo, é que importasse. A vida tem mais prazer quando entendemos as gradações de qualidade dentro de nós mesmos.
Se o que é gradual não importa… O poder está desvirtuado para dominação. O que não me parece ser um caminho agradável para paz.
Penso que hotelaria é um dos nossos bastiões, que palavra é essa, é um dos nossos pilares de desenvolvimento social. Não só pelas grandes migrações do passado recente, mas pelo tamanho de nosso estado e pela necessidade de compreender-mos o desenvolvimento e a qualidade de vida além do adensamento e da verticalização urbanas.
Viajar é estabelecer para si uma cultura do descanso.
E não vemos uma cultura de se aproveitar as categorias. As categorias de hotéis. Sabemos que um general ganha uma estrela após um ato de bravura. Mas não esperamos voltar de uma viagem bravos para quando voltarmos a cidadezinha de descanso, ganharmos mais uma estrela na categoria de um serviço de outro hotel. Na mesma cidade ou em outra. Vamos exemplificar. Em 2016 vou para Piracicaba ficar 1 mês de férias num hotel uma estrela. Em 2017, o objetivo seria voltar para Piracicaba e ficar um mês num hotel duas estrelas.
São Paulo SP vive uma epidemia de miséria de moradores de rua. A tempos atrás eram 5 mil, agora são 20 mil. Não sabemos se isso pode triplicar ou deixar de existir. O que seria bem difícil. Porque tem gente que acho que não saberia ser diferente. Não que dependa apenas delas.
O mercado deixou de explorar as nuances, as diferenças de classes sociais C, D e E. Era categorias apenas quantificadas. Mas o que significavam, em meu tempo de escola na década passada, era pouco. O padrão Brasil, pesquisa de poder aquisitivo, resolvia isso. Sem se perguntar quantos metros quadrados tem a residência, quantos empregos a pessoa tem, o domínio sobre um segundo idioma e qual. Sendo mais poético, se alguém prepara comida em casa, quantas janelas há, se é bem iluminado, se há árvores nas calçadas da rua de casa e do trabalho, se há ar-condicionado.
Hoje, devem perguntar se tem 4G. Mas se tem árvore nas calçadas de casa, ou vasos com plantas em casa… Necas de pitibiribas provavelmente.
A miséria existe e é diferente da pobreza. A miséria perto da pobreza, é melhor que a miséria dentro da riqueza, porque dá para quantificar, melhor dizendo, dá para categorizar. Classe F!
É curioso mas é uma realidade. São seis casas de categorias… muitas delas disperdiçamos, mas são sabidas seis casas de categorias para notas de escola, pesquisas de marketing (péssimo, ruim, regular, bom, ótimo e excelente) e agora, 6 estrelas de hotel! Oras, o problema de hotelaria são os motéis. Que mal tem em oferecer um preservativo por R$ 20,00 e isso ser subtendido que, tendo relação com preservativo ou não, essa vai ser a taxa de higiene associação a comunicação de intenções sobre o quarto do local? Clareza as vezes é melhor que transparência. Ai, vale uma explicaçãozinha pros mau encarados nos entendimentos locais.
Digo isso porque temos poucos motéis nas áreas de convívio. E hotéis com as mesmas finalidades de motéis, nas áreas de convívio.
E as categorias não são utilizadas. Nota F nas escolas, que eu saiba, deixou de existir a muito tempo.
Pesquisa de marketing, aglutinam ruim e péssimo, bom e ótimo e excluem a opção excelente.
Qual seria o grande objetivo disso.
Estabelecer políticas de ascenção social dentro da pobreza. O interessa virou o pulo do gato, o aumento da classe média. São mais de 90% de cristãos, uma religião que divide a sociedade entre ricos e pobres. Não existe classe média no cristianismo. Ou assumimos caminhos de equidade entre ricos e pobres compartimentadamente essas duas classes sociais, ou nos veremos diante de elaborações infrutíferas.
A pessoa come bem, veste bem, goza a vida, se entende bem com seu trabalho, game over. O máximo que ela pode fazer é se esforçar em ter uma poupança. Como conviver bem com os tetos da vida? Se vivemos um tempo que o consumo pode incluir muitas pessoas no consumo da riqueza (até 2008 havia essa expectativa). Antes, que a qualidade da residência das pessoas melhore. Que a igreja das pessoas esteja bem estruturada. Que saibamos as relações de igrejas por densidade demográfica adequadas. Que proibamos instalações de novas igrejas quando essa quantidade de igrejas por desnsidade demografica já for atingida. Que estabeleçamos distâncias aceitáveis de igrejas proibidas por densidade demográfica, por exemplo, 1,5 km mais próxima. São questões de fé que existem e que precisam ser iluminadas. Qual a quantidade mínima de pessoas para abrir uma igreja, de qual tamanho? O que significa manter uma igreja dessas dimensões? Se não dermos bóias para os banqueiros nos apoiarem, se não os salvar-mos de nós mesmos, ficamos, ficaremos sem solução.
O teto de minha vida não é ter um relógio Mont Blanc. Até o século passado esse fabricante fazia mais canetas. São as extensões de categorias de marcas de luxo. Para aproveitar as marcas em novas categorias. Então, qual é o teto da vida de um pobre, para abrir caminho para que a qualidade de vida de outros pobres melhores? E o valor de aceitar essa condição. Se aceito o limite de minha pobreza, acredito que a equidade surja entre outras pessoas.
Se aproveitássemos todas as categorías de hotéis, notas de escola, classes sociais e pesquisas de marketing, criaríamos um campo de monitoramento interno para tornar a vida mais gratificante. Eu poderia ir num hotel duas estrelas por anos até conseguir ir num hotel três estrelas. Mas a consciência dessa conquista ser gratificante. Muito mais feliz do que ir num Resort ou, em dificuldade, ficar numa pousadinha. Que são os hotéis operários em áreas ricas. Eu acho.
O que transparece disso é que classe não importa. Meu desejo, é que importasse. A vida tem mais prazer quando entendemos as gradações de qualidade dentro de nós mesmos.
Se o que é gradual não importa… O poder está desvirtuado para dominação. O que não me parece ser um caminho agradável para paz.
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