O ex-prefeito Serra resolveu o terreno do parque do Povo. Um terreno muito mais valoroso que o terreno do parque Augusta. O que acontece então? São os "extremistas" do governo Haddad que impedem uma conversação profunda?
Temos instituições que veiculam valores muito maiores que os monetários inerentes a um terreno.
Do lado alto do terreno do possível parque Augusta há uma delegacia da Polícia Civil. Do lado baixo, ao lado da praça Roosevelt, há uma desembargadoria da Justiça Federal.
Haveria, com o parque Augusta, dois polos de circulação e aglomeração de gente, veiculando dados e informações que poderiam vir a mudar processos entre um B.O. e outro.
É um assunto para ciências políticas que, antes do governo Lula, estavam destinadas as articulações partidárias.
segunda-feira, 30 de junho de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
Como formar coleções de arte
Houve meses atrás uma exposição no MAM-SP chamada Coleção Fadel tanana. Tanana na cidade de São Paulo é quando a gente não lembra de algo que queria falar que pode significar até três palavras além dos artigos e preposícões. A coleção do sr Fadel é maior que o que foi mostrado. O que foi mostrado foi a parte construtivista. Razão pela qual me dediquei ao concretismo abstrato após 2012: só dá construtivismo nas altas rodas.
Isso é outro assunto.
Hoje pude perceber que há uma grande questão talvez pouco abordada. A formação das coleções num sentido de história posterior a história da arte. A partir do momento que os EUA se tornaram o centro das artes plásticas e conceituais sem uma cidade sede internacional como Paris; a arte se tornou o que os artistas fazem antes de um link espiritual com a história.
Na coleção Fadel foi possível descobrir o grande esforço de editar e dar significado ao tempo. Hoje, o desafio é dar significado a si mesmo. O que um colecionador gosta está muito acima do que a capacidade de organização da história que temos. Até porque, a tecnologia digital levou a edição de novas informações à loucura.
Na coleção Fadel, foi possível descobrir uma disputa por significados na formação de um significado maior: a correlação de sentidos artísticos entre as obras-de-arte.
Isso é outro assunto.
Hoje pude perceber que há uma grande questão talvez pouco abordada. A formação das coleções num sentido de história posterior a história da arte. A partir do momento que os EUA se tornaram o centro das artes plásticas e conceituais sem uma cidade sede internacional como Paris; a arte se tornou o que os artistas fazem antes de um link espiritual com a história.
Na coleção Fadel foi possível descobrir o grande esforço de editar e dar significado ao tempo. Hoje, o desafio é dar significado a si mesmo. O que um colecionador gosta está muito acima do que a capacidade de organização da história que temos. Até porque, a tecnologia digital levou a edição de novas informações à loucura.
Na coleção Fadel, foi possível descobrir uma disputa por significados na formação de um significado maior: a correlação de sentidos artísticos entre as obras-de-arte.
sábado, 7 de junho de 2014
A cultura do agendamento dentro e fora do funcionalismo público
A vila de Paranapiacaba tem acesso por trem de quatorze em quatorze dias pelo Expresso Turístico da CPTM. Fazer uma divulgação superior à essa demanda, que conta com cerca de cem assentos nos vagões do trem do século passado restaurado, seria criar uma agenda longincua e desinteressante de reservas. Não obstante, a memória viva da história que essa vila representa poderia ser mais estimulada. Há, também, o acesso por terra, mais afeito a motoqueiros e veículos 4x4, mas também por carros de passeio com acesso por Santo André. Essa vila carrega traços fortes de um plano anterior e alternativo à nação. Um plano planejado, orgânico e com bastante sentido.
O funcionalismo público, como boa parte do atendimento comercial, foi permeado pela magia do pegue e pague. do pronto atendimento. Do estoque a disposição do consumidor tal qual o sentimento de pertencimento a mercadoria enseja entre consumidor e bem de consumo. Queremos entrar numa biblioteca e ser atendidos, entrar numa secretaria e ser atendidos, numa autarquia e ser atendidos.
Num Poupa Tempo, na secretaria de finanças do município de São Paulo, esse pronto-atendimento faz sentido.
Os ingleses tem uma prática de agendarem com um mês de antecedência a visita a casa dos amigos. Em São Paulo, algo aconteceu que os amigos deixaram de visitar-me em casa. Mas as pessoas também queriam tocar o interfone ou telefonar e dizer que estavam vindo e virem. Quando a mente de uma pessoa ou quando uma organização se prepara com um mês de antecedência a receber uma pessoa, o inconsciente dessa pessoa, ou a alma de uma instituição, age. E age para melhor. Os sentidos de temperança, de misericórdia até, de caridade, de afeto, agem. Sobretudo os indiretos, como as informações nos espaços públicos que potencialmente poderiam ser dirigidos, direcionados. E mostrar um carinho interior com a pessoa atendida sem precedentes na expectativa dela. Claro que estamos falando de um Kinder Ovo. Pode vir o pavãozinho tão bonitinho e querido na coleção de bichinhos que rondava as surpresas dos Kinder Ovo de 1994. Mas também pode vir outra surpresa e sempre, acredito, grata surpresa. Desde que aja um agendamento.
Até mesmo, gestões de valores humanos.
Uma vez fui a sub-prefeitura Sé e disse que voltaria lá na semana seguinte, e disse o dia da semana. Quando voltei lá, no painel de comunicação havia uma reportagem sem timbre de jornal, impressa em duas folhas A4 com a foto de uma senhora muito parecida com minha avó, inclusive no modo de se vestir, onde a reportagem explanava sobre o trabalho de caridade dessa senhora. E pude perceber o que seria minha avó com um marido durante a vida dela.
O funcionalismo público, como boa parte do atendimento comercial, foi permeado pela magia do pegue e pague. do pronto atendimento. Do estoque a disposição do consumidor tal qual o sentimento de pertencimento a mercadoria enseja entre consumidor e bem de consumo. Queremos entrar numa biblioteca e ser atendidos, entrar numa secretaria e ser atendidos, numa autarquia e ser atendidos.
Num Poupa Tempo, na secretaria de finanças do município de São Paulo, esse pronto-atendimento faz sentido.
Os ingleses tem uma prática de agendarem com um mês de antecedência a visita a casa dos amigos. Em São Paulo, algo aconteceu que os amigos deixaram de visitar-me em casa. Mas as pessoas também queriam tocar o interfone ou telefonar e dizer que estavam vindo e virem. Quando a mente de uma pessoa ou quando uma organização se prepara com um mês de antecedência a receber uma pessoa, o inconsciente dessa pessoa, ou a alma de uma instituição, age. E age para melhor. Os sentidos de temperança, de misericórdia até, de caridade, de afeto, agem. Sobretudo os indiretos, como as informações nos espaços públicos que potencialmente poderiam ser dirigidos, direcionados. E mostrar um carinho interior com a pessoa atendida sem precedentes na expectativa dela. Claro que estamos falando de um Kinder Ovo. Pode vir o pavãozinho tão bonitinho e querido na coleção de bichinhos que rondava as surpresas dos Kinder Ovo de 1994. Mas também pode vir outra surpresa e sempre, acredito, grata surpresa. Desde que aja um agendamento.
Até mesmo, gestões de valores humanos.
Uma vez fui a sub-prefeitura Sé e disse que voltaria lá na semana seguinte, e disse o dia da semana. Quando voltei lá, no painel de comunicação havia uma reportagem sem timbre de jornal, impressa em duas folhas A4 com a foto de uma senhora muito parecida com minha avó, inclusive no modo de se vestir, onde a reportagem explanava sobre o trabalho de caridade dessa senhora. E pude perceber o que seria minha avó com um marido durante a vida dela.
É preciso encantar as pessoas como se houvesse amanhã
O programa do governo federal Mais Médicos revelou algo preocupante sobre o país. A maioria de nossos médicos só querem trabalhar perto dos grandes centros urbanos. A profissão se tornou algo maior que a prática da profissão. Algo individualista, egoísta, de acordo com os objetivos pessoais de cada pessoa, considerando a maioria dos médicos. Que escolheriam a profissão por status, suponho, como muito de meus colegas de marketing afirmaram logo na primeira semana de aula quando um professor perguntou, porque escolheu essa formação?
Esse texto começou sobre o morde e assopra, logo virá o sopro e depois, ares melhores nesse mesmo texto tenham certeza.
Há uma orientação forte e centralizadora rumo a cidade grande. A mídia e a imprensa virou o espelho do povo e antes de refletirmos que quem faz o espelho são as pessoas, aceitamos o reflexo de que o melhor lugar para se viver é a cidade grande. Onde há mais privacidade, mais conforto, mais riqueza, mais variedade, mais opções, mais liberdade. Mais criatividade até. Quando foi lá nos séculos passados que um sujeito com necessidades especiais, num tempo escravagista, de economia colonialista exploratória, se tornou o maior escultor brasileiro, o Aleijadinho. Até um astronauta tem amplas restrições. A mídia tem a capacidade de editar o auge de muitos homens e mulheres num mesmo vídeo e passamos a imaginar que a humanidade é aquilo! Ai surge a indústria do cinema, preenchendo os espaços de entendimento, mostrando os percursos ardorosos de alguns desses homens e mulheres. O poder da associação de ideias por aproximação de imagens foi levado a exaustão. E aquilo que imaginamos, sou artista, eu sei, é bem diferente daquilo que fazemos ou podemos fazer. E aquilo que fazemos, positivamente é maior e melhor do que imaginamos. Nada é mais interessante que ver que a realidade é melhor que o plano... na construção de um veículo de lego técnico. Quanto mais de uma obra civil!
A constituição estadual diz que cada cidade é responsável pelo planejamento de suas vias.
As áreas do Brasil onde há mais montanhas são terrenos de formação intelectual diferentes das outras localidades planas, sobretudo dos países desenvolvidos do Novo Mundo. O que acontece dentro da nossa cabeça é mais poderoso quando há uma ausência de entendimento sobre os sentidos norte, sul, leste e oeste no plano geográfico imediato. As vias tem mais um sentido afetivo que um sentido prático de orientação. E constatei que nossas vias de cidades mais antigas, provavelmente planejadas no século retrasado, tem mais sentido que as vias das quadras mais recentes, e adjacentes, das mesmas ou de outras cidades.
Rio Grande da Serra tem vias que contornam as áreas de mananciais, que contornam o perímetro mais baixo antes do nível mais baixo, das montanhas. Logo, a cidade fica protegida de enchentes imagino.
Em Santos, a simples imaginação de que todos os rumos da praia levem ao porto fez com que uma praça no canal 2 com mastros com as bandeiras dos estados brasileiros dessem ares de conscientização política elevada a essa cidade, em relação a São Paulo, é claro, porque esse é o ponto de vista de quem escreve essas linhas. Mas lá há os canais onde, diferentemente de Paraty cuja maré levava o lixo das calçadas ao mar, foi planejado o escoamento das águas das chuvas ao mar. Mogi das Cruzes, cidade planejada entre montanhas que fazem a cidade lembrar as montanhas de Ilhabela. Com avenidas largas.
Há a competição imobiliária. A competição imobiliária, num período de prevalência ao interior, permitiu que construíssem edifícios perto das margens marítimas do Guarujá antes de se construir grandes avenidas, tal qual Santos e Rio de Janeiro. Que são padrões de urbanismo ao litoral brasileiro. Recife é outra história, Salvador tem uma baia ímpar no litoral brasileiro. O restante, exceto a lagoa dos patos, poderia copiar o padrão de avenidas de Santos e Rio de Janeiro.
Uma legislatura trabalhista estaria voltada a identificação das necessidades de trabalhadores no futuro. E encantar essa gente jovenzinha que está diante de estigmatismos educacionais. Porque temos tanta certeza de que engenharia é difícílimo? Faltam engenheiros! A dificuldade de formação é compartilhada com a escola, considerar que tudo recaia sobre o aluno em sua necessidade de estudar é um equívoco que, se é entendido por educadores, precise ser mais compartilhado com alunos. A pressa de se formar em 5 anos, conquistar a independência, talvez possa ser compartilhada com a escola dos médicos e dizer que se em 6 anos uma pessoa se formar em engenharia, ou 7, 8 anos, estará ajudando, com os esforços quase que heroicos de cada aluno, a formar e reformar, pelos parâmetros dos educadores, a escola técnica brasileira.
Que ninguém se avexe com a dificuldade acadêmica. Do lado dos adultos há inclusive o Senhor. E sabem o que eu pediria a Ele? Beleza. "as crianças pertencem ao reino dos Céus" frase + ou - assim de Jesus Cristo
"²Cobiçais e não tendes, matais e ardeis de inveja, sem conseguir obter. Vós combateis e litigais. Não obtendes porque não pedis. ³Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para gastardes com vossas paixões." Livro do apóstolo Tiago, "pior" que Dostoiéviski, capítulo 4, versículos 2 e 3.
Esse texto começou sobre o morde e assopra, logo virá o sopro e depois, ares melhores nesse mesmo texto tenham certeza.
Há uma orientação forte e centralizadora rumo a cidade grande. A mídia e a imprensa virou o espelho do povo e antes de refletirmos que quem faz o espelho são as pessoas, aceitamos o reflexo de que o melhor lugar para se viver é a cidade grande. Onde há mais privacidade, mais conforto, mais riqueza, mais variedade, mais opções, mais liberdade. Mais criatividade até. Quando foi lá nos séculos passados que um sujeito com necessidades especiais, num tempo escravagista, de economia colonialista exploratória, se tornou o maior escultor brasileiro, o Aleijadinho. Até um astronauta tem amplas restrições. A mídia tem a capacidade de editar o auge de muitos homens e mulheres num mesmo vídeo e passamos a imaginar que a humanidade é aquilo! Ai surge a indústria do cinema, preenchendo os espaços de entendimento, mostrando os percursos ardorosos de alguns desses homens e mulheres. O poder da associação de ideias por aproximação de imagens foi levado a exaustão. E aquilo que imaginamos, sou artista, eu sei, é bem diferente daquilo que fazemos ou podemos fazer. E aquilo que fazemos, positivamente é maior e melhor do que imaginamos. Nada é mais interessante que ver que a realidade é melhor que o plano... na construção de um veículo de lego técnico. Quanto mais de uma obra civil!
A constituição estadual diz que cada cidade é responsável pelo planejamento de suas vias.
As áreas do Brasil onde há mais montanhas são terrenos de formação intelectual diferentes das outras localidades planas, sobretudo dos países desenvolvidos do Novo Mundo. O que acontece dentro da nossa cabeça é mais poderoso quando há uma ausência de entendimento sobre os sentidos norte, sul, leste e oeste no plano geográfico imediato. As vias tem mais um sentido afetivo que um sentido prático de orientação. E constatei que nossas vias de cidades mais antigas, provavelmente planejadas no século retrasado, tem mais sentido que as vias das quadras mais recentes, e adjacentes, das mesmas ou de outras cidades.
Rio Grande da Serra tem vias que contornam as áreas de mananciais, que contornam o perímetro mais baixo antes do nível mais baixo, das montanhas. Logo, a cidade fica protegida de enchentes imagino.
Em Santos, a simples imaginação de que todos os rumos da praia levem ao porto fez com que uma praça no canal 2 com mastros com as bandeiras dos estados brasileiros dessem ares de conscientização política elevada a essa cidade, em relação a São Paulo, é claro, porque esse é o ponto de vista de quem escreve essas linhas. Mas lá há os canais onde, diferentemente de Paraty cuja maré levava o lixo das calçadas ao mar, foi planejado o escoamento das águas das chuvas ao mar. Mogi das Cruzes, cidade planejada entre montanhas que fazem a cidade lembrar as montanhas de Ilhabela. Com avenidas largas.
Há a competição imobiliária. A competição imobiliária, num período de prevalência ao interior, permitiu que construíssem edifícios perto das margens marítimas do Guarujá antes de se construir grandes avenidas, tal qual Santos e Rio de Janeiro. Que são padrões de urbanismo ao litoral brasileiro. Recife é outra história, Salvador tem uma baia ímpar no litoral brasileiro. O restante, exceto a lagoa dos patos, poderia copiar o padrão de avenidas de Santos e Rio de Janeiro.
Uma legislatura trabalhista estaria voltada a identificação das necessidades de trabalhadores no futuro. E encantar essa gente jovenzinha que está diante de estigmatismos educacionais. Porque temos tanta certeza de que engenharia é difícílimo? Faltam engenheiros! A dificuldade de formação é compartilhada com a escola, considerar que tudo recaia sobre o aluno em sua necessidade de estudar é um equívoco que, se é entendido por educadores, precise ser mais compartilhado com alunos. A pressa de se formar em 5 anos, conquistar a independência, talvez possa ser compartilhada com a escola dos médicos e dizer que se em 6 anos uma pessoa se formar em engenharia, ou 7, 8 anos, estará ajudando, com os esforços quase que heroicos de cada aluno, a formar e reformar, pelos parâmetros dos educadores, a escola técnica brasileira.
Que ninguém se avexe com a dificuldade acadêmica. Do lado dos adultos há inclusive o Senhor. E sabem o que eu pediria a Ele? Beleza. "as crianças pertencem ao reino dos Céus" frase + ou - assim de Jesus Cristo
"²Cobiçais e não tendes, matais e ardeis de inveja, sem conseguir obter. Vós combateis e litigais. Não obtendes porque não pedis. ³Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para gastardes com vossas paixões." Livro do apóstolo Tiago, "pior" que Dostoiéviski, capítulo 4, versículos 2 e 3.
A lei como forma do bolo
Nas décadas anteriores a minha infância, bolo era uma figura de linguagem para definir o produto interno bruto, o conjunto de riquezas da nação. A frase era a seguinte: primeiro o bolo tem de crescer para depois repartir o bolo entre as pessoas. Atualmente vemos dois fenômenos: a meta como limite e a lei como forma do bolo do PIB. De modo que ser a favor da alteração de leis possa significar, imediatamente, ser "contra" o mercado. O mercado nacional está mais de acordo com as leis que com os movimentos e fluxos internacionais. E é difícil colocar nesses termos porque os ajustes econômicos da década de 1990 nos colocaram mais de acordo com as regras internacionais financeiras e menos de acordo com a característica puramente cambial dos bancos brasileiros.
É preocupante as fixações em lei de gastos. 60% com funcionalismo. 10% com educação. O capital está em função do tempo e da produção. Quando o capital está em função das pessoas, ou em parte do que as pessoas podem fazer, o tempo e a produção (que é regido pelas pessoas), fica em segundo plano. Há uma ordem orgânica das coisas que fica desorganizada.
Sendo mais objetivo, temos a lei Kandir, que isenta de ICMS a produção gráfica, petrolífera, entre outros tipos de produção. Considerando o volume de combustíveis que importamos ano a ano, vou me ater a indústria gráfica. A necessidade de educar o povo, de melhorar o nível intelectual.
Oras, acreditamos mais em Big Bang que em Gênesis. A natureza virou uma questão maior que a expressão do povo de suas próprias impressões da natureza. A natureza virou questão global. Em Gênesis diz a Bíblia Sagrada que o universo foi criado em um ou dois dias. Preferimos uma teoria que diz que o universo foi criado em segundos? O fator tempo também está nesses detalhes.
A produção editorial e gráfica, liberada de ICMS, virou um grande mercado, onde se consegue trabalhar alguns diriam. E a opinião pública na imprensa, num moto-contínuo, fazendo a cabeça do público quanto a necessidade de mais livros.
Se fizermos uma forma com formato de estrela, o bolo será em formato de estrela, o mesmo para os formatos de dinossauro, floreira, boneco. E depois, como reencaixar um bolo-estrela numa forma de dinossauro? Nossos congressistas vivem com esses dilemas. Nossos administradores de empresas, nessa expectativa. Nossos trabalhadores, nessa zona de conforto para os trabalhadores.
Nossas obras de infra-estrutura carecem de pedras maiores. As construções marítimas norte-americanas, claro que num provável esforço de guerra da segunda-guerra mundial, fabricou soluções de aterros marítimos com uma quantidade de pedra inimaginável para qualquer obra brasileira. O obelisco de Washigton D.C, dedicado ao ex-presidente George Washington, tem n tipos de amostras minerológicas. Provavelmente conhecemos menos do que deveríamos as nossas pedras, porque ainda estamos no mercado sem uma solução de pedra entre a densidade da pedra sabão e do granito. De modo que nossa expressão do aprendizado classicista provavelmente ficou subjugada a nossas soluções de colunas de pedra retalhada empilhada, como há na reconstituição da vila de São Vicente na mesma cidade.
O livro no Brasil ainda é caro. Soluções econômicas ainda estão subjugadas a "práticas" de mercado, como o papel sulfite para impressão de livros de bolso. Ou a fabricação de apenas um tipo de papel jornal que, para livros, com um pouco mais de qualidade, serviria a livros mais econômicos. Há, também, o insumo como definidor de mercados. A formação de demanda anterior a caracterização da oferta.
O ganho em volume e a formação de volume talvez esteja entre a encomenda de cinco edições ou algo que represente todas as edições de um ramo editorial. A briga é para que quando surja cinco edições de livros com papel jornal de melhor qualidade, isso seja viabilizado sem prejuízo. Menos lucro talvez seja o caminho para redução de preços e isso precise ser verificado.
Para o bom entendedor, algo que faça que com a unificação do IPI com o ICMS os livros venham a ser lucrativos, mais baratos e colaborem com a soberania dos institutos brasileiros de pesquisas ao aliarem num só tributo a produção agropecuária e a fabril; algo inatingível a qualquer instituto de pesquisa estrangeiro identificado.
Correção: até temos os livros de bolso impressos com papel-jornal, talvez a questão seja outra, o limite desse tipo de insumo para livro de bolso, e não livros em geral. Disseminar a leitura fora do ambiente de leitura é um objetivo especifico de mercado que jamais deveria balizar a confecção dos outros tipos de produtos similares. Ainda estamos sem edições "de mesa" vários livros de bolso.
É preocupante as fixações em lei de gastos. 60% com funcionalismo. 10% com educação. O capital está em função do tempo e da produção. Quando o capital está em função das pessoas, ou em parte do que as pessoas podem fazer, o tempo e a produção (que é regido pelas pessoas), fica em segundo plano. Há uma ordem orgânica das coisas que fica desorganizada.
Sendo mais objetivo, temos a lei Kandir, que isenta de ICMS a produção gráfica, petrolífera, entre outros tipos de produção. Considerando o volume de combustíveis que importamos ano a ano, vou me ater a indústria gráfica. A necessidade de educar o povo, de melhorar o nível intelectual.
Oras, acreditamos mais em Big Bang que em Gênesis. A natureza virou uma questão maior que a expressão do povo de suas próprias impressões da natureza. A natureza virou questão global. Em Gênesis diz a Bíblia Sagrada que o universo foi criado em um ou dois dias. Preferimos uma teoria que diz que o universo foi criado em segundos? O fator tempo também está nesses detalhes.
A produção editorial e gráfica, liberada de ICMS, virou um grande mercado, onde se consegue trabalhar alguns diriam. E a opinião pública na imprensa, num moto-contínuo, fazendo a cabeça do público quanto a necessidade de mais livros.
Se fizermos uma forma com formato de estrela, o bolo será em formato de estrela, o mesmo para os formatos de dinossauro, floreira, boneco. E depois, como reencaixar um bolo-estrela numa forma de dinossauro? Nossos congressistas vivem com esses dilemas. Nossos administradores de empresas, nessa expectativa. Nossos trabalhadores, nessa zona de conforto para os trabalhadores.
Nossas obras de infra-estrutura carecem de pedras maiores. As construções marítimas norte-americanas, claro que num provável esforço de guerra da segunda-guerra mundial, fabricou soluções de aterros marítimos com uma quantidade de pedra inimaginável para qualquer obra brasileira. O obelisco de Washigton D.C, dedicado ao ex-presidente George Washington, tem n tipos de amostras minerológicas. Provavelmente conhecemos menos do que deveríamos as nossas pedras, porque ainda estamos no mercado sem uma solução de pedra entre a densidade da pedra sabão e do granito. De modo que nossa expressão do aprendizado classicista provavelmente ficou subjugada a nossas soluções de colunas de pedra retalhada empilhada, como há na reconstituição da vila de São Vicente na mesma cidade.
O livro no Brasil ainda é caro. Soluções econômicas ainda estão subjugadas a "práticas" de mercado, como o papel sulfite para impressão de livros de bolso. Ou a fabricação de apenas um tipo de papel jornal que, para livros, com um pouco mais de qualidade, serviria a livros mais econômicos. Há, também, o insumo como definidor de mercados. A formação de demanda anterior a caracterização da oferta.
O ganho em volume e a formação de volume talvez esteja entre a encomenda de cinco edições ou algo que represente todas as edições de um ramo editorial. A briga é para que quando surja cinco edições de livros com papel jornal de melhor qualidade, isso seja viabilizado sem prejuízo. Menos lucro talvez seja o caminho para redução de preços e isso precise ser verificado.
Para o bom entendedor, algo que faça que com a unificação do IPI com o ICMS os livros venham a ser lucrativos, mais baratos e colaborem com a soberania dos institutos brasileiros de pesquisas ao aliarem num só tributo a produção agropecuária e a fabril; algo inatingível a qualquer instituto de pesquisa estrangeiro identificado.
Correção: até temos os livros de bolso impressos com papel-jornal, talvez a questão seja outra, o limite desse tipo de insumo para livro de bolso, e não livros em geral. Disseminar a leitura fora do ambiente de leitura é um objetivo especifico de mercado que jamais deveria balizar a confecção dos outros tipos de produtos similares. Ainda estamos sem edições "de mesa" vários livros de bolso.
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