quinta-feira, 31 de julho de 2014

A cidade de São Paulo é Guarulhos e Guarulhos é, na imagem de marca-cidade, São Paulo


Guarulhos é a cidade onde fica o aeroporto internacional paulista. Só há dois no Brasil, o do Rio de Janeiro e de Guarulhos. Estive na cidade de Guarulhos pela primeira vez faz menos de um ano. Lá percebesse um frescor da proximidade intelectual com as nações estrangeiras maior. Maior o frescor. Também porque lá há mais várzeas de acesso entre as duas cidades, nas estradas, que fazem do ar mais limpo.
O governo Serra fez um projeto do maior parque do mundo, um parque linear de 75 km ao longo da marginal Tietê e da rodovia Ayrton Senna. De modo que há mais permeabilidade natural do solo tornando a atmosfera mais arejada em Guarulhos. De modo que ser a cidade mais internacionalizada, por ser a capital do estado, em São Paulo, é relativo. Numa livraria do Rio de Janeiro é possível perceber com mais nitidez a natural afirmação de conteúdo nacional. Nas livrarias de São Paulo, a pluralidade intelectual prospera. Porque nós, concluo, habitantes de São Paulo/ SP, estamos nessa permeabilidade dupla. Somos a cidade onde ficam os consulados mas o aeroporto fica na cidade vizinha. De modo que geograficamente, por via de acesso, os vizinhos reais somos nós, de Guarulhos. Um gringo, uma gringa, chegam por lá, não tem jeito.
De modo que uma integração de comunicação de sistemas de ônibus redundaria numa aproximação de vizinhanças que talvez, a nós paulistanos e moradores de São Paulo, seria insuportável. Dividir o trono, ver um trono do lado do outro: São Paulo e Guarulhos, interdependentes na formação da realidade substancial entre paulistas, e mais importante ainda - brasileiros - e os estrangeiros.
É difícil se expressar adequadamente. Marca é identidade e país tem marca-país. Em Santos, talvez por ser cidade portuária, a nitidez de identidade nacional das nações estrangeiras é mais nítida. E bons sentimentos nítidos nos tornam mais respeitosos naturalmente. [frase frozô (frozô é rococó retórico francês do interior caipira da capital paulista, sei lá o que é frozô, é expressão pior do que de gay) mas necessária, me desculpem].
Administrativamente, os ônibus da EMTU que vão a Guarulhos não aparecem nos mapas do Metrô e da CPTM. Administrativamente, o cartão de integração de modalidades e áreas geográficas de transportes são excludentes entre a SPTrans e a EMTU. [conveniência virou sinônimo, nesse caso, de formação de associações geográficas-políticas ou a ausência dessas formações naturais].
Acredito que se a SPTrans tivesse 5% das linhas da cidade destinadas a serviços customizados mediante contratos de 3 a 12 meses, devidamente identificados; a demanda dos paulistanos não seria superior a 5% das linhas, sempre com embarques nos atuais pontos de ônibus.
Há, na constituição federal um tipo de instituição chamadas poder descentralizado. A galera jovem da década de 1955-65 deve ter ficado com uma vontade enorme de fazer turismo antes dos formadores das adaptações institucionais do Rio de Janeiro para Brasília acabarem os planos. E ai deixaram na lei a onde eles pararam de pensar em geografia e começaram a pensar em segurança pública e diplomática. Afinal, se eu vou para Cuiabá, deve ter gaúchos que ficam com medo que lá alguém entenda que, a partir de então, uma pirâmide de madeira seria permitida na fantasia dos amazonenses. Afinal Mato Grosso do Norte está na região do Distrito Federal. Tipo assim, o maior caixão do mundo. Digo isso porque sou egípcio-descendente me tornando cristão. E o que sabemos sobre o turismo de passeio não-histórico sobre o Egito é vergonhoso. É Caribe, ilhas do Oceano Índico, cruzeiros no mar mediterrâneo ou Hawaí. "E o salário, oh...".
As placas de trânsito de São Paulo/ SP, se dissessem onde ficam os consulados, deixaríamos de ver os restaurantes como alvos preferenciais de um dos grandes prazeres paulistanos que são as relações culturais internacionais.
A ideia de aeroporto satélite, a Guarulhos, não se aplica. É uma cidade grande, mais de um milhão de habitantes. Aliás, é um aeroporto dentro de uma cidade grande. Quanto mais nos irmanarmos a Guarulhos, mas São Paulo será aquilo que realmente é, a base internacional do Estado paulista para os paulistas e brasileiros obrigados a vir a São Paulo para se dirigirem às outras nações, por razões diversas e que temos que aceitar por enquanto.
O que nos ajudaria muito, em São Paulo, seria termos mais produtos com etiquetas Made in U.S.A.. O medo da inveja que eles tem de nós seria menor. E nosso desejo de personificação dos americanos-unidos nas pessoas de São Paulo seria menor. Um produto tem uma dimensão corporal. E estão nos negando isso há décadas. Os produtos de qualidade Made in China abriram caminho filosófico para isso.

Dilma, Dilma, eles usam a palavra United de meio-termo entre o público e o privado, he he he... tardada não oh zé fernando. Aqui podia ser Brasileiro ou Brasileira dentro do nome da empresa. Que tal dona Fuleca? Adorei o conceito do Fuleco senhora presidenta Dilma Rousseff. O desenho podia ser melhor... mas quantos vídeo-games vão aparecer no futuro? para fazermos do Fuleco um Sonic brasileiro dos games orientados por uma empresa chamada Mídia Brasileira... sem arroubos de coloridos portentosos e carnavalescos na identidade da marca dessa empresa. O game do Fuleco seria um Sonic que não corta. E sem libertar os trabalhadores-bichinhos das máquinas que os dominam, Robotinic, o vilão do game japonês, seria conceitualmente a senhora, que sempre escaparia da cena depois de vencida pelo Fuleco quando, fase por fase, aproximasse mais os animais domésticos dos selvagens... os animais domésticos teriam traços humanos, tipo o Roger Habbit do filme Uma cilada para Roger Habbit... Esses americanos do centro-norte-americano hein, fazendo onomatopeia de coaxo de sapo parecer nome de personagem-desenho-animado-coelho em filme real: habbit (na onomatopeia muitas vezes é coaxo de sapo). Um abraço presidenta Dilma, Fernando [ Fuleco seria um game que usufrui da tecnologia da imaginária empresa Mídia Brasileira, mas quem é cliente de quem nunca apareceria nas propagandas públicas da empresa... esses modos de site de agência publicitária brasileira teriam que ser bem mais contidos].

Ajuda aí Jesus Cristo, aonde o Senhor estiver!

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seção pixo:
fernando, se fosse verbo, seria o contrário de infernando
    fernando
         fernando

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Aos amigos, conhecidos e amigos e conhecidos do PTB
em breve: rascunhos de propostas legislativas
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__(isso é um carro de metrô)-(alô turma 1996 do Aristides de Castro, cadê vocês?)-(                                  )___

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