Estou tentando instalar uma impressora no meu computador pessoal. É a impressora do meu pai que ele me emprestou.
E estou precisando imprimir cupons de recibo de doações eleitorais para tocar a campanha eleitoral.
Estou a quase duas horas procurando um driver. Até agora já me pediram número de nota fiscal, de uma impressora de 2010 sendo que no formulário só aceitam cadastro de impressoras de 2013 e 2014. Isso no site de registro da impressora. Como se houvesse impressoras piratas. Em São Paulo, que eu saiba, não há.
Vivemos muitos problemas.
A rodada de Doha foi colocada de lado ao mesmo tempo que a China aumentou vertiginosamente sua produção. E tem questões que estão sem resposta, e a necessidade de resposta existe.
O reconhecimento pelo esforço de trabalho dos trabalhadores chineses.
E os americanos ficam jogando dólares no mundo quando inventaram uma tecnologia que precisa ser aperfeiçoada.
É drástico um equipamento deixar de ter utilidade por não há driver de dispositivo na internet. Não obstante, a partir de 2006 mais ou menos, tornou-se uma regra. E vimos versões novas do Windows menos funcionais versões mais antigas. E o moto-contínuo do mercado indo em direção a smart-fones quando a única solução ao meu ver, é "deglutir" um equipamento por pelo menos 5 anos, como estou fazendo com meu celular.
Tudo isso talvez se dê porque estamos ainda na onda da transparência. Tecnologia é igual padaria, o governo cuida da salubridade das padarias, nós cuidamos de comer os pães e doces. A juventude está aficcionada em contratos de licença, privacidade, funcionamento, direitos autorais... pô, a impressora tem que funcionar!
Ai surgem os aplicativos. Minha impressora aceita aplicativos de conveniência do usuário! Isso é um absurdo do aprimoramento tecnológico. Um computador é uma calculadora gigante. Tem que funcionar tão bem como. Se eu não sei usar raiz quadrada nos meus cálculos, ou as teclas MRC, M-, M+, C e CE de uma calculadora, o restante funciona bem para mim.
Há muito diálogo em torno da transparência e os usuários são imergidos num assunto de especialistas. Onde o comportamento do usuário, dada a indiscreção da internet, faz pesquisas em tempo real, pelo acompanhamento de uso dos usuários de sites externos. E muitos sites são externos.
Ainda surge a questão na nacionalidade dos termos de uso. É fascinante um equipamento chinês ter um driver alemão, mas na prática, são mais laudas e laudas de termos de uso para cada servicinho oferecido em softwares que estão desperdiçando a beleza do lado de cá da experiência, o lado humano.
Eu quero a transparência de todo o oceano quando for tomar um banho de mar. Os especialistas não devem perceber muitas vezes, mas estão esfregando na cara dos usuários assuntos legais que são inerentes ou a própria indústria, ou as relações internacionais...
Está muito ruim a rede mundial de computadores.
Sem pesquisa presencial das necessidades dos usuários, está muito complicado.
O que me chamou a atenção do computador era uma máquina de escrever com a capacidade de guardar os arquivos em pastas digitais. Mais nada. depois, de enviar esses textos as pessoas. Depois, de editar fotos dos meus quadros no computador, quando percebi que a qualidade poderia ser compatível com as fotos de filmes. De repente virou um jeito de se comunicar com as pessoas.
Estamos com problemas graves quanto a comunicação: estamos sem a noção do que é do lado de dentro do balcão e da burocracia e do que e do lado de fora do balcão e da burocracia.
A redução de custos na chamada otimização mecânica da produção industrial levou produtos a terem , muitas vezes, qualidade maior e preços menores.
Na internet, a otimização virtual poderia levar muitos serviços a gratuidade. E a remuneração de pessoas é um quesito a se levar em consideração.
porque estranhamente ficamos sem saber se o software do hardware chinês é americano, alemão ou chinês.
Não tem jeito. É uma questão de credibilidade nacional. A agência de saúde dos EUA revolucionou a medicina mundial no século passado por meio de seus critérios. O governo americano haveria de cuidar das necessidade digitais de sua população para que fiquemos com menos indução de aceitação de termos de uso, menos atualizações de software que levam a atualizações de hardware.
Em 1929 a bolsa de Nova Iorque quebrou porque os produtos tinham vida-útil longa demais. A vida-útil longa é uma condição do entendimento e da padronização dos aparelhos e softwares digitais.
Que tal aumentar as opções de turismo estadual, Jeb Bush? Foz do Iguaçu pode esperar.
Cada impressora é uma editora em potencial. É assim.
Vamos acordar gente, muita coisa está mudando e não podemos nos restringir por meios antigos de anti-mercado.
Cada fotógrafo amador é um fornecedor de fotos profissionais em potencial. É assim.
A computação tem de acompanhar esses tempos.
O salário do chinês de US$ 30,00 não é muito diferente da renda média dos brasileiros, mais de 60% das famílias estão endividadas. Mais de 60% dos adolescentes estão fora das escolas. Uma coisa é a conjuntura de um país, outra é o modo como nos esforçamos para respeitá-los. É muita indelicadeza desrespeitar os chineses. Ainda por cima dada a dificuldade de reconhecer o esforço deles pelas outras nações. É uma nação civil agindo internacionalmente civilmente. O McDonalds coloca seus funcionários nas campanhas de marketing publicitário da empresa. Porque a cozinha faz parte do balcão de atendimento. Nos produtos industrializados, talvez por medo de um comercial parecer Discovery Channel, muitas vezes vemos apenas o estilo de vida sendo trabalhado nas campanhas publicitárias. Tem gente que estudou, acordou cedo, trabalhou lá do outro lado do mundo que gostaria de saber que nós aqui curtimos pra caramba a qualidade e os preços. E que tudo o que mais queremos é produzir queijos com as qualidades dos queijos europeus em franca retribuição.
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